exibições de letras 33
Letra

    Peço licença patrão pra me sentir a vontade
    Venho matar a saudade de cantar o nosso chão
    Ao tornear um chimarrão saúdo todos os rincões
    Na xucra voz dos galpões do Rio Grande redomão

    Sinto o calor do borralho unindo a nossa amizade
    Na velha fraternidade dessa crença no trabalho
    O destino é um baralho tentando a sorte da gente
    A alma ganha um presente e o coração agasalho

    Meço este sentimento de apego e de parceria
    E sinto todos os dias que algo cresce por dentro
    Embora exposto ao relento fica mais forte melhor
    Pois fiz querência ao redor do banco onde me sento

    Até parece que vejo um centauro no arreio e
    Pingos mascando o freio enduetado com arpejos
    Extrapola o meu desejo no sangue trago um legado
    De retornar ao passado na velha sina de andejo

    O que vivia nunca mais pois o tempo nos consome
    Dos tauras guarda o seu nome herança bugra dos pais
    Na terra a vida se esvai volvendo um prenúncio eterno
    De adormecer no inverno recuperando ideais

    Composição: Justino De Lima Lopes / Desidério Souza. Essa informação está errada? Nos avise.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Desidério Souza e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção