When Sorrow Embraces My Heart
Love have torn us apart...
In the touched silence of my aching soul
A big sea of emotion is heard inside of me...
It is the fury of all flames, the rage of all winds
The anger of all sullen seas
My heart cries... Cries...
And in that immense vastness, my heart cries
Cries the hopelessness, cries the pain, cries the grief
Raised by the love that burns in my frozen heart
Casting fire to my glorious taciturn quietness
The sorrow stream my grievous eyes with water
That floods my heart, that crestfallen sea of tears
My Heart is torn apart, consumed in silence by pain
Shedding in tears and elegies for it's love
Ah, my anguishes, over whelming baleful of my passions
How I wished to blind them near to my chest, feel them and die!
Die...
Ah, so much nostalgia! so, so much loneliness!
Poor soul, how you are so fiercely cold
Your whispering sunked with tears, your hurted sighs
Are a seediness, a regret, a desolation
I will die... Die...
Oh, how terrible is this anguish, this despair of can't confessing
In a screaming tone, in a last scream
My love with the heart bleeding
Ah, sentimento funebre! Oh, lutuosa melancolia!
Deusa da negra escurid?o do sentimento que me esfria
Celeste e divina ? a lembran?a, a mem?ria do teu beijo
A arder-me no peito, esse c?u amplo de desejo...
Ah, gloomy feeling! Oh, mournful melancholy!
Goddess of black darkness of the sentiment that freezes me
Heavenly and divine is the remembrance, the memory of your kiss
(Oh sorrow, embrace me... In your arms I wish to die)
Burning in my chest, that wide sky of desire...
Here, just me and you and my shadowy sadness
With my soul already fed up of sighing and moaning
What I want is to take to death
My being overflowing of suffering, perish to suffer
And in deeply sad agony, my eyes ripped off by tears
With which my soul relieves the pain
Are fainting like the sky at daylight
Oh, what outermost of pain! Oh, what tragic misanthropy!
When sorrow embraces my heart, it dies alone!
True love never dies...
Love is suicide...
Quando a Tristeza Abraça Meu Coração
O amor nos separou...
No silêncio tocado da minha alma dolorida
Um grande mar de emoções ecoa dentro de mim...
É a fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos
A ira de todos os mares sombrios
Meu coração chora... Chora...
E nessa imensa vastidão, meu coração chora
Chora a desesperança, chora a dor, chora a tristeza
Erguido pelo amor que queima em meu coração congelado
Lançando fogo à minha gloriosa quietude taciturna
O lamento enche meus olhos tristes de água
Que inundam meu coração, esse mar desolado de lágrimas
Meu coração está despedaçado, consumido em silêncio pela dor
Derramando em lágrimas e elegias por seu amor
Ah, minhas angústias, esmagadoras e funestas das minhas paixões
Como eu desejaria cegá-las perto do meu peito, senti-las e morrer!
Morrer...
Ah, quanta nostalgia! tanta, tanta solidão!
Pobre alma, como você é tão ferozmente fria
Seu sussurro afundado em lágrimas, seus suspiros feridos
São uma sórdida, um arrependimento, uma desolação
Eu vou morrer... Morrer...
Oh, quão terrível é essa angústia, esse desespero de não poder confessar
Em um tom gritado, em um último grito
Meu amor com o coração sangrando
Ah, sentimento fúnebre! Oh, lutuosa melancolia!
Deusa da negra escuridão do sentimento que me esfria
Celeste e divina é a lembrança, a memória do teu beijo
A arder-me no peito, esse céu amplo de desejo...
Ah, sentimento sombrio! Oh, melancolia dolorosa!
Deusa da escuridão negra do sentimento que me congela
Celestial e divina é a lembrança, a memória do seu beijo
(Oh tristeza, abrace-me... Em seus braços eu desejo morrer)
Queima em meu peito, aquele vasto céu de desejo...
Aqui, só eu e você e minha tristeza sombria
Com minha alma já cansada de suspirar e gemer
O que eu quero é levar à morte
Meu ser transbordando de sofrimento, perecer para sofrer
E em profunda e triste agonia, meus olhos rasgados por lágrimas
Com as quais minha alma alivia a dor
Estão desmaiando como o céu ao amanhecer
Oh, que extremo de dor! Oh, que trágica misantropia!
Quando a tristeza abraça meu coração, ele morre sozinho!
O verdadeiro amor nunca morre...
O amor é suicídio...