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Caiu Lá

Desorden Público

Allá Cayo

Coro
Allá cayó, allá cayó, allá cayó, allá cayó
Y dibujaron su muñequito e'tiza
En la acera -qué pena!

San frívolo te rindo culto
Pago tributo entre tus altares
Mundo de consumo sacando el jugo
De cualquier manera voy pa'la cárcel
¿Cuál es el tamaño de la moda de paso?
¿Cuánto me cuestan ese par de zapatos?
Pero dame esos pisos -¡pum! -
Que te quiebro bicho, medio muerto
Con la pata en el suelo
Corra - aunque le duelan los pies-es
Dese - aunque no sean de su talla
El hambre, el desempleo, qué desgracia
¿Quién nos salva? - ¡Michael Jordan!

Blanca - detrás de ti baila el loco
Baila - el que aspira tenerte
Vaya - fácil, pero nunca gratis
Venga - sin saberlo ese va a cobrar
¿Malapaga?, ¿quién lo manda?
Blanca - se le veía en la cara
Cara - pagó esa cuenta
Cuentan - que amaneció en la acera
¿Será - coca loca
Que el pex muere por la boca?
Ay, ay, ay, - y a veces por la nariz
Ay, ay, ay, - y a veces por la nariz
Ay, ay, ay, - y a veces por la nariz
Ay, ay, ay, - y a veces por la nariz

Tarareando una canción
(Chocolate, chocolate, chocolate)
Va saliendo de la escuela
13 almanaques - dando vueltas
En su cabeza el cuento aquel
Virginidad que se pierde no regresa
No regresa pa'su casa
Al cruzar la esquina guerra de pandillas
Balacera y una perdida vagabunda la espalda alcanza
Fulminate
(Chocolate, chocolate, chocolate)
Ahí quedaste

Mancha la calle
Mancha la historia
Mancha de lágrimas incoloras
La ciudad madre que llora, inconsolable

Ay no
Ay no
Ay no
No más no
Ay no no, no, no, no, no, no, no, no, que no

Allá cayo

Caiu Lá

Coro
Caiu lá, caiu lá, caiu lá, caiu lá
E desenharam seu bonequinho de giz
Na calçada - que pena!

San frívolo, te rendo culto
Pago tributo entre seus altares
Mundo de consumo, tirando o suco
De qualquer jeito vou pra cadeia
Qual é o tamanho da moda que passa?
Quanto custa esse par de sapatos?
Mas me dá esses pisos - ¡pum! -
Que eu quebro o bicho, meio morto
Com o pé no chão
Corre - mesmo que doa os pés -
Dê - mesmo que não sirva pra você
A fome, o desemprego, que desgraça
Quem nos salva? - ¡Michael Jordan!

Branca - atrás de você dança o doido
Dança - quem aspira te ter
Vai - fácil, mas nunca de graça
Vem - sem saber que esse vai cobrar
Malapaga?, quem manda?
Branca - dava pra ver na cara
Cara - pagou essa conta
Contam - que amanheceu na calçada
Será - coca louca
Que o peixe morre pela boca?
Ai, ai, ai - e às vezes pela nariz
Ai, ai, ai - e às vezes pela nariz
Ai, ai, ai - e às vezes pela nariz
Ai, ai, ai - e às vezes pela nariz

Tarareando uma canção
(Chocolate, chocolate, chocolate)
Sai da escola
13 calendários - dando voltas
Na cabeça a história daquela
Virginidade que se perde não volta
Não volta pra casa
Ao cruzar a esquina, guerra de gangues
Tiroteio e uma perdida vagabunda alcança a costa
Fulminante
(Chocolate, chocolate, chocolate)
Aí você ficou

Mancha a rua
Mancha a história
Mancha de lágrimas incolores
A cidade mãe que chora, inconsolável

Ai não
Ai não
Ai não
Não mais não
Ai não não, não, não, não, não, não, não, não, que não

Caiu lá

Composição: Horacio Blanco, José Romero