Zeitgeist
Constantly beats the spirit of the age
It steals my sense for time and place
The godly origin is free from rage
Peacefully, it's outlasting our days
In warm wombs where golden honey flows
I'm save from harm and from decline
Out of the purest will a body grows
Down here in the origin of mine
From glassy caskets we admire
Our own birth from desire
Oh tree of life, give us your fruit
We shall detect and not ask 'why'
Inside the red womb all is mute
When pure existence turns to 'I'...
Rivers of blood float fast through me
Like an everlasting stream of love
With blinded eyes I'm able to see
Without ears I hear the voices from above
So I expose my words and sins
In emptiness they shall be free
Cause death is where all life begins
When we look into eternity
Buried in our mother's womb
Where velvet is a tender tomb
Oh tree of life, give us your fruit
Let it fall down and hit the ground
Inside the red cave all is mute
Come hear the silence, what a sound!
Espírito do Tempo
Constantemente bate o espírito do tempo
Rouba meu senso de tempo e lugar
A origem divina está livre da raiva
Pacífica, está superando nossos dias
Em ventres quentes onde o mel dourado flui
Estou a salvo de danos e de queda
Do mais puro querer um corpo cresce
Aqui embaixo na origem do meu ser
De caixões de vidro admiramos
Nosso próprio nascimento do desejo
Oh árvore da vida, nos dê seu fruto
Vamos perceber e não perguntar 'por quê'
Dentro do ventre vermelho tudo é mudo
Quando a pura existência se torna 'eu'...
Rios de sangue fluem rápido por mim
Como um fluxo eterno de amor
Com olhos vendados consigo ver
Sem ouvidos, ouço as vozes do além
Então exponho minhas palavras e pecados
Na solidão eles devem ser livres
Porque a morte é onde toda vida começa
Quando olhamos para a eternidade
Enterrados no ventre de nossa mãe
Onde o veludo é um túmulo suave
Oh árvore da vida, nos dê seu fruto
Deixe-o cair e tocar o chão
Dentro da caverna vermelha tudo é mudo
Venha ouvir o silêncio, que som!