(MORE)LOVE (feat. Jean Deuax)
Love (listeners, listeners, listeners, shit)
Love
Miss self sabotage
Never alone, what are the odds?
I'm a luminous tenant
Tried to sit still and mind my business (oh, love)
Everybody need loving
If a nigga say its nothing, well (yeah, right, nigga)
He in denial, and the dark from bein' shut in (love)
It's not the state for a coast
Couple goals, just crib full of ghosts
Call me Ray Stantz, remove the Ray-Bans, ah
I can clip 'em in post
'Cause goddamn, sometimes (love, love, love)
Lovers turn to leavers (love, love)
Ain't real when it lies or deceive ya (love)
Never clings, he the props like honorees (love)
I love myself too much to say I need you (love)
Badabing, probably, a self hating prodigy (love)
Gotta be a easier way to shake this side of me (love)
Language, a myth with an anchor beneath (love)
My tongue playing dead tired of people pleasing (love)
Love, you feeling grandiose? (Love)
Love to get out to denim and get exposed (love)
Cue the lights, oh, I'm spot on how we making love (love)
But we fuckin' with the socks on (love)
Obsessing and stressing and needing breaks (love)
It ain't supposed to feel like a breakdown (love)
Chasing waterfalls, cry me a lake (love)
How you love falling for me but you hitting the brakes? (Love)
When it's grief, it'll bring you to you knees (yes, love)
It's the mojo in a bag of bones
Soul wins when he rather it, a vagabond
Mama love me 'cause I'm paying, she a tag-along
Niggas chasing till they find out they can't feel me
Forever gnawing at thoughts, thinking they fear you
But love is no apology for the real me
So how is hiding myself meant to heal you?
Love spilling out the window of a mouth
Stain on the hurt few, haint in the church pew
Remnant of slurred blues, dream in a duvet
Hate knocking at the door like a witness at the house
Two wrongs who, will get it right for balance
To Wong Foo, with our baggage, it's a drag race
With love letters burnin' fresh inside the ash tray
I choose you, still, like whatever ash say
It's called love
(MAIS)AMOR (feat. Jean Deuax)
Amor (ouvintes, ouvintes, ouvintes, merda)
Amor
Perdi a auto-sabotagem
Nunca sozinho, quais são as chances?
Sou um inquilino luminoso
Tentei ficar parado e cuidar da minha vida (oh, amor)
Todo mundo precisa de amor
Se um cara diz que não é nada, bem (é, claro, cara)
Ele tá em negação, e a escuridão de estar trancado (amor)
Não é o estado de uma costa
Metas de casal, só um lar cheio de fantasmas
Me chame de Ray Stantz, tire os Ray-Bans, ah
Posso editar isso depois
Porque, caramba, às vezes (amor, amor, amor)
Amantes se tornam quem vai embora (amor, amor)
Não é real quando mente ou engana você (amor)
Nunca se apega, ele é o apoio como homenageados (amor)
Eu me amo demais pra dizer que preciso de você (amor)
Badabing, provavelmente, um prodígio que se odeia (amor)
Tem que ter um jeito mais fácil de sacudir esse lado de mim (amor)
Linguagem, um mito com uma âncora por baixo (amor)
Minha língua tá morta de tanto agradar os outros (amor)
Amor, você tá se sentindo grandioso? (Amor)
Amor de sair pra usar jeans e se expor (amor)
Acende as luzes, oh, tô no ponto de como fazemos amor (amor)
Mas estamos transando com as meias (amor)
Obcecado e estressado e precisando de pausas (amor)
Não era pra parecer uma quebra (amor)
Perseguindo cachoeiras, chore um lago pra mim (amor)
Como você ama cair por mim, mas pisa no freio? (Amor)
Quando é luto, isso te faz ajoelhar (sim, amor)
É o mojo em um saco de ossos
A alma vence quando prefere, um vagabundo
Mamãe me ama porque eu tô pagando, ela é uma carona
Os caras perseguem até descobrirem que não conseguem me sentir
Sempre roendo pensamentos, achando que te tem medo
Mas amor não pede desculpas pelo meu eu verdadeiro
Então como esconder a mim mesmo vai te curar?
Amor escorrendo pela janela de uma boca
Mancha na dor de poucos, assombração no banco da igreja
Restos de blues arrastados, sonho em um edredom
Ódio batendo na porta como uma testemunha na casa
Dois erros que, vão acertar pra ter equilíbrio
Pra Wong Foo, com nossa bagagem, é uma corrida de arrasto
Com cartas de amor queimando frescas dentro do cinzeiro
Eu escolho você, ainda, como o que quer que a cinza diga
É chamado de amor