A Sermon To The Dead
I am the wind, I am the sea,
Every idle belief, every grief
And I am the dessert sands, that moves like the Serpent
And I am the rivers flow and the arc of Orion's bow
And I am the howling scream, the nightmare and the waking dream
And I speak the hallowed and accursed word
I am life I am death, the ageless prayer unheard
I am the truth, I am lies, the dark and the light
The twisting of winged serpents, and of madness
The Holy one and the betrayer, the birth and murder of love
And I am the paradox, all that you perceive, everthing all at once
And they call him Abraxas, to see him means blindness, to worship him is death
To know him brings sickness, to fear him wisdom,
Not to resist brings liberation
And call as you might I shall not listen
For I am nothing, I am all I am Indifferent
Um Sermão Para os Mortos
Eu sou o vento, eu sou o mar,
Toda crença vazia, toda dor
E eu sou as areias do deserto, que se movem como a Serpente
E eu sou o fluxo dos rios e o arco da constelação de Órion
E eu sou o grito uivante, o pesadelo e o sonho acordado
E eu falo a palavra sagrada e amaldiçoada
Eu sou a vida, eu sou a morte, a oração eterna não ouvida
Eu sou a verdade, eu sou mentiras, o escuro e a luz
A torção das serpentes aladas, e da loucura
O Santo e o traidor, o nascimento e o assassinato do amor
E eu sou o paradoxo, tudo que você percebe, tudo de uma vez
E o chamam de Abraxas, vê-lo é cegueira, adorá-lo é morte
Conhecê-lo traz doença, temê-lo é sabedoria,
Não resistir traz libertação
E chame como quiser, eu não vou ouvir
Pois eu sou nada, eu sou tudo, eu sou Indiferente