Never to Return
Ashes to life, dust of light
Retaining the scars of reality
Never looking back in shame
Still never to return
Into the void of time, disciple of norms
Resist this pressure, only for today it will last
In search of newborn hope
Marching towards, never to return
Repent to perish
No sin undone, forgotten, unforgiven
A celebration to disrupt
Nature burns in cycles, tragedies of self-made gloss
Ashes to life, dust of light
Burning the bridge to our history
Never to redeem from curse
Still never to return
Out to amend our trail, devour the past
Inherit knowledge, divination clean from fear
Empowered by the vain in progress
Storming onwards, never to return
And from enslavement we rose to prevail
Marching forwards, storming onwards into the light
Seizing the shadows of agony to cover the cause
Retaining the scars of reality
Never looking back in shame
Never to return
Into the void of time, disciple of norms
Resist this pressure, only for today it will last
In search of newborn hope
Marching towards, never to return
And from enslavement we rose to prevail
Marching forwards, storming onwards into the light
Seizing the shadows of agony to cover the cause
Repent to perish
No sin undone, forgotten, unforgiven
A celebration to disrupt
Nature burns in cycles, tragedies of self-made gloss
Never!
Nunca Voltar
Cinzas à vida, poeira de luz
Retendo as cicatrizes da realidade
Nunca olhando pra trás com vergonha
Ainda nunca voltar
Para o vazio do tempo, discípulo das normas
Resista a essa pressão, só por hoje vai durar
Em busca de uma nova esperança
Marchando em direção, nunca voltar
Arrependa-se para perecer
Nenhum pecado desfeito, esquecido, não perdoado
Uma celebração para interromper
A natureza queima em ciclos, tragédias de brilho autoimposto
Cinzas à vida, poeira de luz
Queimando a ponte da nossa história
Nunca se redimir da maldição
Ainda nunca voltar
Saindo para corrigir nosso caminho, devorar o passado
Herança de conhecimento, adivinhação limpa do medo
Empoderados pelo fútil progresso
Avançando, nunca voltar
E da escravidão nós nos levantamos para prevalecer
Marchando pra frente, avançando em direção à luz
Aproveitando as sombras da agonia para cobrir a causa
Retendo as cicatrizes da realidade
Nunca olhando pra trás com vergonha
Nunca voltar
Para o vazio do tempo, discípulo das normas
Resista a essa pressão, só por hoje vai durar
Em busca de uma nova esperança
Marchando em direção, nunca voltar
E da escravidão nós nos levantamos para prevalecer
Marchando pra frente, avançando em direção à luz
Aproveitando as sombras da agonia para cobrir a causa
Arrependa-se para perecer
Nenhum pecado desfeito, esquecido, não perdoado
Uma celebração para interromper
A natureza queima em ciclos, tragédias de brilho autoimposto
Nunca!