A Symphonic Tragedy
Hushed is the realm where in repose I lay
A slumber that dances between night and day
Here where our dreams prolong, we've come to rest
Will you abide or is this goodbye?
A symphonic tragedy rains down on me, on the abyss of life
Don’t let go but embrace the climb
Without you our end is nigh
Gowned and enshrouded in silence I lay
While soft hands dance on my body’s display
When I awake, with wounds adorned, will you embrace me or leave me scorned?
Through gales wild and trials fierce we've roamed unforgiving years as one (defying the storm)
Heal me, reveal me to bathe in the first light of dawn
A symphonic tragedy rains down on me, on the abyss of life
Don’t let go but embrace the climb
Without you our end is nigh
Take the leap and descend to unknown, barren lands
Go forward, tread onwards, outrun the calling curse
Dismantle yesteryears, leave the crown, face the tears
A vessel eroded, blood and bone, earth and stone
Who am I but a soul in the shadow domain?
Washed and reborn, my past life forlorn, afraid of what awaits
Abandon the night and arise to a day without end (where dreams ascend)
My dear kindred soul, breathe the light and resound, my dear voice
A symphonic tragedy rains down on me, on the abyss of life
Don’t let go but embrace the climb
Would you wither and die, so would I
Without you our end is nigh
Uma Tragédia Sinfônica
Silenciado é o reino onde repouso
Um sono que dança entre noite e dia
Aqui onde nossos sonhos se prolongam, viemos descansar
Você vai permanecer ou é um adeus?
Uma tragédia sinfônica cai sobre mim, no abismo da vida
Não desista, mas abrace a escalada
Sem você nosso fim está próximo
Vestido e envolto em silêncio eu repouso
Enquanto mãos suaves dançam em meu corpo em exibição
Quando eu acordar, com feridas adornadas, você me abraçará ou me deixará desprezado?
Através de ventos selvagens e provações ferozes nós vagamos implacáveis anos como um (desafiando a tempestade)
Cure-me, revele-me para banhar na primeira luz da alvorada
Uma tragédia sinfônica cai sobre mim, no abismo da vida
Não desista, mas abrace a escalada
Sem você nosso fim está próximo
Dê o salto e desça para terras desconhecidas e áridas
Avance, siga em frente, ultrapasse a maldição chamando
Desmonte os anos passados, deixe a coroa, encare as lágrimas
Um vaso erodido, sangue e osso, terra e pedra
Quem sou eu além de uma alma no domínio das sombras?
Lavado e renascido, minha vida passada abandonada, com medo do que me espera
Abandone a noite e erga-se para um dia sem fim (onde os sonhos ascendem)
Minha querida alma afim, respire a luz e ressoe, minha querida voz
Uma tragédia sinfônica cai sobre mim, no abismo da vida
Não desista, mas abrace a escalada
Você murcharia e morreria, assim eu faria
Sem você nosso fim está próximo
Composição: Dianne Van Giersbergen