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Sem Mais Correntes

Diomedes Díaz

No Más Cadenas

Dijo que esperara en el camino
Cuál camino si todo ha terminado
Confundió mi sangre con el vino
No siendo vino, la ha derramado
Llanto hay ya en mis ojos estoy dolido
Es que en mi pecho espinas dejaron
Tengo la tristeza de aquel niño
Que pidió ayuda y se la negaron

Como crees que yo me siento, señor
Como crees que yo me siento, por Dios
Ya no sé cuando haya Luna o el Sol
Me confundió en el odio el dolor
Todo, todo por llevarla a mi vida
Todo, todo por meterla a mi alma
Puso el beso a Cristo en la mejilla
Como Judas al dolor me entregaba
Y ahora tengo que vivir reído
Llevando flores negras en mis manos
Ni el norte, ni el sur tienen sentido
Mis pasos todo lo han caminado

No pongas cadenas mi vida porque
No tienes derecho, es mi libertad
No pongas cadenas al viento y al mar
Son libres y el cielo siempre lo serán
No pongas cadenas, mi vida
No pongas cadenas, mi alma
No pongas cadenas, mi vida
No pongas cadenas, mi alma

Noto el horizonte entristecido
Un Sol más alto el cielo ha cruzado
Alto como el águila a su nido
Rota sus alas y seguía volando
Molino de viento detenido
No te detengas sigue girando
Yo me detuve un día en el olvido
Y en el olvido solo he quedado
Como crees hoy me siento, si yo
Siempre le rezaba a Dios por los dos
Si yo puse lo más lindo, el amor
Tus cenizas me brindaban dolor
Era ella lo mejor de mi vida
Era ella lo mejor de mi alma
Pero puso vidrios en mi camino
Fui descalzo y la arena se manchaba

Y ahora tengo que vivir reído
Llevando flores negras en mis manos
Intenté apagar el Sol con frío
Pero veo mis manos se han quemado
No pongas cadenas mi vida porque
No tienes derecho, es mi libertad
No pongas cadenas al viento y al mar
Son libres y el cielo siempre lo serán
No pongas cadenas, mi vida
No pongas cadenas, mi alma

Sem Mais Correntes

Disse que esperaria no caminho
Qual caminho se tudo já acabou
Confundiu meu sangue com o vinho
Não sendo vinho, ele derramou
Lágrimas já estão nos meus olhos, tô machucado
É que no meu peito espinhos deixaram
Tenho a tristeza daquele menino
Que pediu ajuda e a negaram

Como você acha que eu me sinto, senhor?
Como você acha que eu me sinto, por Deus?
Já não sei quando há Lua ou Sol
Me confundiu no ódio a dor
Tudo, tudo por trazer ela pra minha vida
Tudo, tudo por meter ela na minha alma
Deu um beijo em Cristo na bochecha
Como Judas, ao sofrimento me entregava
E agora tenho que viver rindo
Levando flores negras nas minhas mãos
Nem o norte, nem o sul fazem sentido
Meus passos tudo já caminharam

Não ponha correntes na minha vida porque
Você não tem direito, é minha liberdade
Não ponha correntes ao vento e ao mar
São livres e o céu sempre será
Não ponha correntes, minha vida
Não ponha correntes, minha alma
Não ponha correntes, minha vida
Não ponha correntes, minha alma

Percebo o horizonte entristecido
Um Sol mais alto o céu já cruzou
Alto como a águia ao seu ninho
Quebrou suas asas e continuou voando
Moinho de vento parado
Não pare, continue girando
Eu me parei um dia no esquecimento
E no esquecimento só fiquei
Como você acha que eu me sinto, se eu
Sempre rezava a Deus por nós dois
Se eu coloquei o mais lindo, o amor
Suas cinzas me traziam dor
Era ela o melhor da minha vida
Era ela o melhor da minha alma
Mas colocou vidros no meu caminho
Fui descalço e a areia se manchava

E agora tenho que viver rindo
Levando flores negras nas minhas mãos
Tentei apagar o Sol com frio
Mas vejo que minhas mãos se queimaram
Não ponha correntes na minha vida porque
Você não tem direito, é minha liberdade
Não ponha correntes ao vento e ao mar
São livres e o céu sempre será
Não ponha correntes, minha vida
Não ponha correntes, minha alma