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Não Se Irritem (part. Ivan Zuleta)

Diomedes Díaz

No Se Molesten (part. Ivan Zuleta)

Con el respeto que merecen los señores
Que se molestan cuando yo hago una canción
Les anticipo que es otra composición
De esas que canto para poder defenderme
De esos que viven criticándole a Diomedes
Los buenos hechos que reviven al folclor
De esos que viven criticándole a Diomedes
Los buenos hechos que reviven al folclor
Y que resaltan en todita la nación
Por eso mismo vengo aconsejarle a ustedes
Que

No se molesten, no sufran tanto
No se molesten, no sufran tanto
Porque yo canto es para mi gente
Si me los pego, es, ay, por mi gente
Quien me critica no se siente competente
Y esos creen que de repente se pueden morir de infarto

Yo soy un hombre que nació una mañanita
Cuenta mamá que fue a las siete es la mañana
De un día domingo precisamente en la finca
Donde empecé a componer estas canciones
Y desde entonces mis mejores intenciones
Son de llevarla más allá de las fronteras
Y desde entonces mis mejores intenciones
Son de llevarla más allá de las fronteras
Sin molestarme el triunfo de mis colegas
Que es lo que quiero, que siempre lleven presente y que

No se molesten, no sufran tanto
No se molesten, no sufran tanto
Porque yo canto es, para mi gente
Si me los pego es, para mi gente
Quien me critica no se siente competente
Y esos creen que de repente se pueden morir de infarto

A excepto de mi compadre Carlos Vives
Que tampoco se mete con ninguno

Cuántas razones que me llevan a pensar
Que yo no debo de pone'me ha pará bolas
Porque la fama como cosa natural
No la soporta toda clase de persona
Y el que la tiene, cuando se acuerda de mi
Se pone bravo y quiere ser lo que yo soy
Y el que la tiene, cuando se acuerda de mi
Se pone bravo y quiere ser lo que yo soy
Comienza a hablar, esas cosas que no son

Porque pretende acabarme con inventos
A excepto de Escalona, y de Poncho Zuleta
Del Nobel García Márquez, y el gran Emilianito
Artistas que respetan, viejos y muchachitos
Y así soy yo también, así soy yo también
Así soy yo también, así soy yo también

Quien me critica no se siente competente
Y esos creen que de repente
Si no respetan, se pueden morir de infarto
Se las dejo ahí con mucho gusto

Não Se Irritem (part. Ivan Zuleta)

Com o respeito que vocês merecem
Que se irritam quando eu faço uma canção
Já aviso que é outra composição
Daquelas que eu canto pra me defender
De quem vive criticando o Diomedes
Os bons feitos que revivem o folclore
De quem vive criticando o Diomedes
Os bons feitos que revivem o folclore
E que se destacam em toda a nação
Por isso venho aconselhar vocês
Que

Não se irritem, não sofram tanto
Não se irritem, não sofram tanto
Porque eu canto é pra minha gente
Se eu me dou bem, é, ah, pela minha gente
Quem me critica não se sente competente
E esses acham que de repente podem ter um infarto

Eu sou um homem que nasceu numa manhã
Diz minha mãe que foi às sete da manhã
De um domingo, precisamente na fazenda
Onde comecei a compor essas canções
E desde então minhas melhores intenções
São de levar isso além das fronteiras
E desde então minhas melhores intenções
São de levar isso além das fronteiras
Sem me incomodar com o sucesso dos meus colegas
Que é o que eu quero, que sempre levem em mente e que

Não se irritem, não sofram tanto
Não se irritem, não sofram tanto
Porque eu canto é, pra minha gente
Se eu me dou bem é, pra minha gente
Quem me critica não se sente competente
E esses acham que de repente podem ter um infarto

Exceto meu compadre Carlos Vives
Que também não se mete com ninguém

Quantas razões me levam a pensar
Que eu não devo me importar com isso
Porque a fama, como coisa natural
Não é suportada por toda classe de pessoa
E quem a tem, quando se lembra de mim
Fica bravo e quer ser o que eu sou
E quem a tem, quando se lembra de mim
Fica bravo e quer ser o que eu sou
Começa a falar, essas coisas que não são

Porque tenta me acabar com invenções
Exceto Escalona, e Poncho Zuleta
Do Nobel García Márquez, e o grande Emilianito
Artistas que respeitam, velhos e jovens
E assim sou eu também, assim sou eu também
Assim sou eu também, assim sou eu também

Quem me critica não se sente competente
E esses acham que de repente
Se não respeitam, podem ter um infarto
Deixo isso aqui com muito gosto

Composição: Diomedes Díaz Maestre