exibições de letras 28
Letra

    No galpão, um mate gordo!
    Principiava um novo dia
    Nos garrão um par de esporas
    Deixavam rastros no chão
    Um cusco trocava orelha
    Prencipiando a lida bruta
    E um grito! Forma cavalo
    Retumbava no oitão

    Desencilhar cavaletes
    Pr’a enforquilhar fletes buenos
    Vai rangindo um paysandu
    Cantiga das camperiadas
    Um bocó cano de bota
    Pr’a caso algum abichado
    E um baeta Colorado
    Pr’a escorá o frio da invernada

    Empeça na santa izidria
    A lida bruta de campanha
    E um talagaço de canha
    Faz contra ponto com o mate
    Pr’a mais um dia de embate
    Lidando com a terneirada
    Desmama, cura e assinala!
    E solta pr’otra invernada

    Um pampa, cruza zebu!
    Se atira e cruza o alambrado
    E o barbudo faz costado
    Acuando bem no ouvido
    Pois nunca permitido
    A violação do rodeio
    Já de vereda me apeio
    Pr’a ajeitá o mal entendido

    Aperto a cincha e alço a perna
    Raiando o cusco pr’a trás
    No facilito no mas
    Já pego o mango virado
    Levo o corpo no gateado
    Me agrando não’um cavallaço
    E a cusco, mango e a peitaço
    Faço voltar o mal costeado


    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de DIEGO RODRIGUES E GRUPO VOZ, VIOLÃO E CORDEONA e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção