Auf Der Mundharmonika
Später, später bleibt vom Wagen
Nicht einmal die Wagenspur
Niemand, niemand wird dann fragen,
Wer in diesem Wagen fuhr.
Alle Worte, die wir sagen,
Rauschen dann die Bäume nur,
Und das Lied, das uns erklungen
Auf der Mundharmonika,
Wird dereinst vom Wind gesungen
Und heißt nur noch Lalala.
Alte Wege, die wir wandern,
Werden neue Wege sein,
Unser Denkmal ist den andern
Dann ein Kilometerstein.
Deutschland, Frankreich, Friesland, Flandern,
Singend ziehen dann sie dort ein,
Und das Lied, das uns erklungen
Auf der Mundharmonika,
Wird dereinst vom Wind gesungen
Und heißt nur noch Lalala.
Singt einmal ein andrer Sänger
Den Verliebten zart ins Ohr,
Sitzen die wohl auch nicht enger
Als wir saßen längst zuvor
Doch dann kümmerts uns nicht länger,
Wer an wen sein Herz verlor
Und das Lied, das uns erklungen
Auf der Mundharmonika,
Wird dereinst vom Wind gesungen
Und heißt nur noch Lalala.
Na Gaita
Mais tarde, mais tarde não vai sobrar do carro
Nem mesmo a marca do pneu
Ninguém, ninguém vai perguntar então,
Quem estava nesse carro.
Todas as palavras que dizemos,
Só farão barulho nas árvores,
E a canção que nos soou
Na gaita de boca,
Um dia será cantada pelo vento
E só vai se chamar Lalala.
Caminhos antigos que trilhamos,
Vão se tornar novos caminhos,
Nosso monumento para os outros
Vai ser um marco de quilômetro.
Alemanha, França, Frísia, Flandres,
Cantando, eles vão passar por lá,
E a canção que nos soou
Na gaita de boca,
Um dia será cantada pelo vento
E só vai se chamar Lalala.
Canta uma outra voz agora
Para os apaixonados, suave ao ouvido,
Eles não vão estar mais próximos
Do que nós estávamos antes.
Mas então não vamos nos importar mais,
Quem perdeu seu coração para quem,
E a canção que nos soou
Na gaita de boca,
Um dia será cantada pelo vento
E só vai se chamar Lalala.