100 Corazones... o más
A disfrutar
Nos guía el vendaval
Que un día quiso acariciar
La libertad
Sin metas ni final
Ni una bandera que ondear
Ni autoridad
Y aunque nos sepa mal
La vida en cachis de aguarrás
Nada nos va a parar
Porque vamos de aquí para allá
Hoy toca en colchón, mañana en sofá
Las piernas marcando el compás
De cien corazones... o más
Vivimos de soñar
Que el sueño se hace realidad
Sin despertar
Y el miedo a fracasar
Quedó tres puertos más allá
De tu ciudad
Porque vamos de aquí para allá
Hoy toca en colchón, mañana en sofá
Las piernas marcando el compás
De cien corazones... o más
No te intentes esconder, tengo el olfato fino
No hay cepos para mis pies, conozco los caminos
Soy así, mírame bien, nada me está prohibido
Ven conmigo
Me vas a reconocer, soy como un aladino
Con la lámpara al revés y el genio de enemigo
Mis deseos los gasté por ahí, metiendo ruido
Despertándome.
Llega la oscuridad
Momentos antes de empezar
Nuestro ritual
La hora de la verdad
Que hace que olvides respirar
Ya no hay vuelta atrás
Porque vamos de aquí para allá
Hoy toca en colchón, mañana en sofá
Las piernas marcando el compás
De cien corazones... o más
No te intentes esconder, tengo el olfato fino
No hay cepos para mis pies, conozco los caminos
Soy así, mírame bien, nada me está prohibido
Ven conmigo
Me vas a reconocer, soy como un aladino
Con la lámpara al revés y el genio de enemigo
Mis deseos los gasté por ahí, metiendo ruido
Despertándome.
Y te digo
que ya hay ganas de volverte a ver
Otra vez
100 Corações... ou mais
Aproveitar
Nos guia o vendaval
Que um dia quis acariciar
A liberdade
Sem metas nem final
Nem uma bandeira pra agitar
Nem autoridade
E embora doa um pouco
A vida em pedaços de aguarrás
Nada vai nos parar
Porque vamos de aqui pra lá
Hoje no colchão, amanhã no sofá
As pernas marcando o compasso
De cem corações... ou mais
Vivemos de sonhar
Que o sonho se torna realidade
Sem acordar
E o medo de fracassar
Ficou três portos além
Da sua cidade
Porque vamos de aqui pra lá
Hoje no colchão, amanhã no sofá
As pernas marcando o compasso
De cem corações... ou mais
Não tente se esconder, tenho o olfato apurado
Não há armadilhas pros meus pés, conheço os caminhos
Sou assim, me olha bem, nada me é proibido
Vem comigo
Você vai me reconhecer, sou como um aladino
Com a lâmpada ao contrário e o gênio de inimigo
Meus desejos gastei por aí, fazendo barulho
Acordando-me.
Chega a escuridão
Momentos antes de começar
Nosso ritual
A hora da verdade
Que faz você esquecer de respirar
Não tem volta atrás
Porque vamos de aqui pra lá
Hoje no colchão, amanhã no sofá
As pernas marcando o compasso
De cem corações... ou mais
Não tente se esconder, tenho o olfato apurado
Não há armadilhas pros meus pés, conheço os caminhos
Sou assim, me olha bem, nada me é proibido
Vem comigo
Você vai me reconhecer, sou como um aladino
Com a lâmpada ao contrário e o gênio de inimigo
Meus desejos gastei por aí, fazendo barulho
Acordando-me.
E te digo
que já tô com vontade de te ver
De novo