
Alô Brasil - Pequenino
Dilcea Duarte Verônica
Pequenino, triste feito um cão sem dono
Tão cansado de viver e sofrer
Por aí perambulando
Não teve sorte
Seu berço não foi de ouro
Seu pai não teve tesouro
É triste sua vida a vagar
Seu moço, dê-me um trocado
Eu quero comer um pão!
Sou menor abandonado
Neste mundo de ilusão
Enquanto o filho do papai rico
Desfruta do bom e o bonito
Do dinheiro que o pai tem
Lá vai o menino pobrezinho
Que acorda bem cedinho
Pra vender bala no trem
Muitas vezes é abandonado
Sendo bem ou maltratado
Na chamada Funabem
Alô, Brasil!
Alô, Brasil!
Felicidade nunca existiu no Sampa
Se hoje ele é mau orientado
Será marginalizado
Nas manchetes de amanhã
A São Clemente
Lembrou do seu existir
Somos capitães de asfalto
Na Sapucaí
Se hoje ele é mau orientado
Será marginalizado
Nas manchetes de amanhã



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