Estranxeiros?
Dime,por qué non poden vir vivir aquí , por qué?
Esa bandeira debuxáchela ti si, vaia putada,
Unha fronteira trazada nun mapa non me dí nada veñamos de donde veñamos, estamos igual de vivos ou de mortos, estamos igual de seres humanos
Pa que cojones separarnos en cachos
As culturas as que nos distinguen e non os rangos que crean os putos cartos,
Demasiado empleo, ou demasiado mamoneo co papeleo
Por eso non deixades pasar ós estranxeiros
Por eso veñen en pateiras milleiros
Legalidade, que cojones máis me dá
Eu quero vivir, quero viaxar ser, o que queira ser
O que me pida o corazón e non un puto papel
De onde es? do mundo son
Que dís que es?un humano son
De onde es? do mundo son
Que dís que es? un humano, ti non?como non...
Que comparte terra con millóns de especies máis
De onde dís que es? do mundo son
Que dís que es? un humano, como non
Estranxeiros, estranxeiras que estranxeiro nin que pollas empeza por referirte a seres humanos
Que as pasan putas, por chegar aquí
E que reciben a cambio, detencións policiais
Porque según o estado español son ilegais
Anda cóntame outra máis, que esta non ma creo
Non me poido creer que por ser de outro lado
Teñas que enseñar un visado un simple papel arrugado, mollado, non me colle na cabeza, tristeza
Eu sei que solo buscas o mellor para os teus
E que recibés a cambio?,¡paus!
Desta sociedade facha, que nos acecha e
Che pecha a porta nos fuciños da gran bodega,
Onde nos etiquetan coma os viños
Son os papeles os que fan legales e ilegales?
Son ilegales os que non teñen papeles?
Pero isto que é? non entendo nada, non sei nada
Pero como pode ser unha persoa ilegal
Pero quen eres ti, para decidir, para impedir ou prohibir
O que está ben ou está mal se ti impartes o mal
Quen eres, para impoñerme leis,
Seres humanos, todos iguales, hermanos..
Se nos teus colexios educas aos nenos dende pequenos a ser máis, a ter máis, capitalista
Enseña humildad, enseña humilad,
Enseña respetar ó próghimo sea de onde sea criminalizades a xente,por ser de fóra
Pero de fóra de dnde?, o mundo é de todos,
Que esteamos dirixidos por catro tolos
Que se forran a costa dos que sudan por eles
Non quere dicir, que o mundo non debera ser de todos, todas e te invito a soñar, por un mundo ceibe
Sin fronteiras, nin barreiras ,
Bandeiras sin colores alzamos
Culturas diferentes, nunca rechazamos
Esteamos onde esteamos igual de seres humanos
De onde es? do mundo son
Que dís que es?un humano son
De onde es? do mundo son
Que dís que es? un humano, como non
Que comparte terra con millóns de especies máis
De onde dís que es? do mundo son
Que dís que es? un humano, ti non? como non
Estrangeiros?
Me diz, por que não podem vir viver aqui, por que?
Essa bandeira você desenhou, que sacanagem,
Uma fronteira desenhada num mapa não me diz nada, venhamos de onde viermos, estamos iguais de vivos ou mortos, somos todos seres humanos.
Pra que diabos nos separar em pedaços?
As culturas que nos distinguem e não os rangos que criam os malditos grana,
Emprego demais, ou muito enrolação com papelada.
Por isso não deixam passar os estrangeiros,
Por isso vêm em bando, milhares.
Legalidade, que diabos isso importa?
Eu quero viver, quero viajar, ser o que eu quiser ser,
O que meu coração pede e não um papelzinho qualquer.
De onde você é? Do mundo sou.
O que você diz que é? Um humano sou.
De onde você é? Do mundo sou.
O que você diz que é? Um humano, e você não? Como não...
Que compartilha a terra com milhões de outras espécies.
De onde você diz que é? Do mundo sou.
O que você diz que é? Um humano, como não?
Estrangeiros, estrangeiras, que estrangeiro nem que porra, comece a se referir a seres humanos
Que passam dificuldades pra chegar aqui
E que recebem em troca, detenções policiais.
Porque segundo o estado espanhol, são ilegais.
Vai, conta outra, essa eu não acredito.
Não consigo acreditar que por ser de outro lugar
Você tenha que mostrar um visto, um simples papel amassado, molhado, não entra na minha cabeça, tristeza.
Eu sei que você só busca o melhor pros seus,
E o que você recebe em troca? Paus!
Dessa sociedade fascista, que nos persegue e
Te fecha a porta na cara na grande bodega,
Onde nos etiquetam como vinhos.
São os papéis que fazem legais e ilegais?
São ilegais os que não têm papéis?
Mas que porra é essa? Não entendo nada, não sei nada.
Mas como pode uma pessoa ser ilegal?
Mas quem é você, pra decidir, pra impedir ou proibir
O que está certo ou errado se você impõe o mal?
Quem é você, pra me impor leis,
Seres humanos, todos iguais, irmãos...
Se nas suas escolas você ensina as crianças desde pequenas a serem mais, a terem mais, capitalistas.
Ensine humildade, ensine humildade,
Ensine a respeitar o próximo, seja de onde for, criminalizam as pessoas por serem de fora.
Mas de fora de onde? O mundo é de todos,
Que estejamos dirigidos por quatro malucos
Que se enchem às custas dos que suam por eles
Não quer dizer que o mundo não deva ser de todos, todas, e te convido a sonhar, por um mundo livre
Sem fronteiras, nem barreiras,
Bandeiras sem cores levantamos,
Culturas diferentes, nunca rejeitamos.
Estejamos onde estivermos, somos todos seres humanos.
De onde você é? Do mundo sou.
O que você diz que é? Um humano sou.
De onde você é? Do mundo sou.
O que você diz que é? Um humano, como não?
Que compartilha a terra com milhões de outras espécies.
De onde você diz que é? Do mundo sou.
O que você diz que é? Um humano, e você não? Como não?