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Psicose

Disablust

Psychose

Mon âme implore la mort de mon histoire enfin je quitte ce milieu emplie de désespoir
Ma chère et tendre proie à tout sacrifice, Sainte Marie mère de tous les vices.

Avorte la chair et ronge les nerfs de la colère pour satisfaire mon dessein - suie la voix en toi
Je prends la haine de ma misère en décalage avec mon ère - il n'y a rien à faire
Le temps attaque mais je m'échappe tout en sachant qu'un autre m'attrape - possession de soi
Ma vie défile en un éclair, rappelée à l'heure par le tonnerre - agonie soudaine

Epoque malhonnête - Destruction en tête
Trop d'douceurs amères - Pour tout foutre en l'air
Je n'peux lus rien faire - Honneur à la fête
Dites moi comment faire - Je n'peux plus me taire
Plus rien n'peux me plaire - Ni me satisfaire
Pitié aidez moi à en finir
Je me suis trompée - j'peux plus respirer
Les stigmates de l'art devraient suffire

Harmonie malsaine - douleur dans la haine
Coup d'état futile - futile et inutile
Etat léthargique - forme antipathique
Langage diarrhéique - je reste statique
Je vomis mon âme - transperce de ta lame
Ma conscience fragile et immobile
Je foudroie d'un éclair - le sang de ta colère
Vision pathétique et malhabile

Psicose

Minha alma implora a morte da minha história, finalmente deixo esse meio cheio de desespero
Minha cara e doce presa a todo sacrifício, Santa Maria, mãe de todos os vícios.

Aborta a carne e corrói os nervos da raiva pra satisfazer meu plano - segue a voz dentro de você
Eu pego o ódio da minha miséria em desacordo com minha era - não há nada a fazer
O tempo ataca, mas eu me escapo, sabendo que outro me pega - posse de si
Minha vida passa num piscar de olhos, chamada à hora pelo trovão - agonia repentina

Época desonesta - Destruição na cabeça
Muitas doçuras amargas - Pra tudo ir pro espaço
Não posso mais fazer nada - Honra à festa
Dizem pra mim como fazer - Não posso mais me calar
Nada mais pode me agradar - Nem me satisfazer
Piedade, me ajudem a acabar com isso
Eu me enganei - não consigo mais respirar
As marcas da arte deveriam ser suficientes

Harmonia doentia - dor na raiva
Golpe de estado fútil - fútil e inútil
Estado letárgico - forma antipática
Linguagem diarreica - eu fico estática
Eu vomito minha alma - transpassa com sua lâmina
Minha consciência frágil e imóvel
Eu fulmino com um relâmpago - o sangue da sua raiva
Visão patética e desajeitada

Composição: