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Ataduras da Eternidade

DoctorViper

Bandages of Eternity

In the shadows of his former throne
A noble heart turned cold as stone
Greed whispered, led him to the flame
Sold his soul, called out a demon's name
Brothers betrayed, poison in the wine
Beauty faded in the curse divine

The demon laughed with blood-stained lips
Immortal now, but forever in eclipse

Bandages of eternity, wrapped in endless pain
Walking through the centuries, drowned in pouring rain
No touch, no love, no mercy's light
A monster in the mirror, lost in endless night
But the fire still burns, deep inside!

Villages burned, they drove him away
White linen hiding the face of decay
Fingers twisted, skin forever torn
Watching his children die while he lived on
Alone he wandered, a ghost in disguise
Through centuries of silence and tearless eyes

Bandages of eternity, wrapped in endless pain
Walking through the centuries, drowned in pouring rain
No touch, no love, no mercy's light
A monster in the mirror, lost in endless night
But the fire still burns, deep inside!

Crushed beneath the chapel stone
Years turned to dust, he was not alone
Trapped in darkness, soul stripped bare
Confessing sins in silent prayer
Until a hand broke through the stone

A stranger's voice cut through the black
Pulled him out, no fear on his back
Take my cloak, I'll walk with you
First kind words in a thousand years, so true

Bandages of eternity, beginning to unwind
A spark of hope has pierced the night, redemption's light now shines
No longer alone in this cruel design
Two broken souls walk side by side
The monster found a friend
The curse begins to bend
In the fire we rise again!

Anthony, Leppra
From the grave of stone, a new dawn is born

Ataduras da Eternidade

Nas sombras de seu antigo trono
Um coração nobre se tornou frio como pedra
A ganância sussurrou, o levou à chama
Vendeu sua alma, chamou o nome de um demônio
Irmãos traíram, veneno no vinho
A beleza desbotou na maldição divina

O demônio riu com lábios manchados de sangue
Imortal agora, mas para sempre em eclipse

Ataduras da eternidade, envolto em dor sem fim
Caminhando pelos séculos, afogado na chuva que cai
Sem toque, sem amor, sem a luz da misericórdia
Um monstro no espelho, perdido na noite eterna
Mas o fogo ainda queima, bem lá dentro!

Aldeias queimadas, o expulsaram
Linho branco escondendo o rosto da decadência
Dedos retorcidos, pele eternamente rasgada
Vendo seus filhos morrerem enquanto ele seguia vivo
Sozinho vagou, um fantasma disfarçado
Através de séculos de silêncio e olhos sem lágrimas

Ataduras da eternidade, envolto em dor sem fim
Caminhando pelos séculos, afogado na chuva que cai
Sem toque, sem amor, sem a luz da misericórdia
Um monstro no espelho, perdido na noite eterna
Mas o fogo ainda queima, bem lá dentro!

Esmagado sob a pedra da capela
Anos se tornaram pó, ele não estava sozinho
Preso na escuridão, alma despida
Confessando pecados em oração silenciosa
Até que uma mão rompeu a pedra

A voz de um estranho cortou a escuridão
O puxou para fora, sem medo nas costas
Tome meu manto, eu andarei com você
Primeiras palavras gentis em mil anos, tão verdadeiras

Ataduras da eternidade, começando a se desenrolar
Uma centelha de esperança perfurou a noite, a luz da redenção agora brilha
Não mais sozinho nesse cruel design
Duas almas quebradas caminham lado a lado
O monstro encontrou um amigo
A maldição começa a ceder
Na fogueira, renascemos novamente!

Anthony, Leppra
Do túmulo de pedra, uma nova aurora nasce

Composição: Doctorviper