Shadow Awakens
Seven days beneath the grave
Breathing dust, choking on the past
Yet something, refused to die
From the hollow of the broken ground
He claws through ruin without a sound
Skin like death, bones barely whole
But fire still burns inside his soul
A chain once wrapped around his throat
Now hangs like fate that never broke
It dragged him down, it held him tight
But did not steal his final fight
Emerald eyes begin to glow
A storm awakens far below
No prayer, no light, no saving hand
Only wrath to command
From darkness he rises, reborn in pain
A king of nothing, with nothing to gain
No voices calling, no home remains
Only vengeance flowing through his veins
In the dark where the lost ones crawl
He becomes the terror above them all
No mercy left, no soul to save
Only the path that fury gave
The night reveals a lifeless land
Burned to silence, ash and sand
No name remains, no echo stays
Just ghosts of long-forgotten days
A single tear cuts through the grime
A fragile break in endless time
He lifts his gaze to starless skies
Where even hope itself has died
Names engraved inside his mind
The ones who left this world behind
Each syllable a sharpened blade
A debt that will be paid
From darkness he rises, reborn in pain
A king of nothing, with nothing to gain
No voices calling, no home remains
Only vengeance flowing through his veins
In the dark where the lost ones crawl
He becomes the terror above them all
No mercy left, no soul to save
Only the path that fury gave
He falls asleep where shadows breathe
The void becomes his only wreath
Creatures linger, yet stay away
As if they fear what wakes in day
No crown, no throne, no guiding hand
Yet something bends at his command
A silent force, a primal throne
A predator, now fully grown
They feel him
They know him
They bow, without a fight
From darkness he rises, no longer the same
A harbinger forged in sorrow and flame
The world abandoned now calls his name
As kingdoms tremble before his claim
No light remains, no heavens above
Only a shadow that swallowed love
The end begins with every breath
He walks the road that leads to death
Toward the citadel, step by step
Not for justice
Not for peace
But for something far more cruel
A reckoning, without end
Acordar das Sombras
Sete dias sob a terra
Respirando poeira, sufocando com o passado
Mas algo se recusa a morrer
Do fundo do solo quebrado
Ele arranha as ruínas sem fazer barulho
Pele como a morte, ossos quase inteiros
Mas o fogo ainda queima dentro de sua alma
Uma corrente que um dia envolveu seu pescoço
Agora pende como um destino que nunca se quebrou
Ele foi arrastado, segurado firme
Mas não roubou sua luta final
Olhos esmeralda começam a brilhar
Uma tempestade desperta lá embaixo
Sem oração, sem luz, sem mão que salve
Apenas a ira para comandar
Das trevas ele se ergue, renascido na dor
Um rei do nada, sem nada a ganhar
Sem vozes chamando, sem lar que reste
Apenas vingança correndo em suas veias
Na escuridão onde os perdidos rastejam
Ele se torna o terror acima de todos eles
Sem misericórdia, sem alma para salvar
Apenas o caminho que a fúria deu
A noite revela uma terra sem vida
Queimada em silêncio, cinzas e areia
Nenhum nome permanece, nenhum eco fica
Apenas fantasmas de dias há muito esquecidos
Uma única lágrima corta a sujeira
Uma frágil quebra no tempo sem fim
Ele levanta o olhar para céus sem estrelas
Onde até a esperança morreu
Nomes gravados em sua mente
Aqueles que deixaram este mundo para trás
Cada sílaba uma lâmina afiada
Uma dívida que será paga
Das trevas ele se ergue, renascido na dor
Um rei do nada, sem nada a ganhar
Sem vozes chamando, sem lar que reste
Apenas vingança correndo em suas veias
Na escuridão onde os perdidos rastejam
Ele se torna o terror acima de todos eles
Sem misericórdia, sem alma para salvar
Apenas o caminho que a fúria deu
Ele adormece onde as sombras respiram
O vazio se torna sua única coroa
Criaturas pairam, mas se afastam
Como se temessem o que desperta de dia
Sem coroa, sem trono, sem mão que guie
Mas algo se curva ao seu comando
Uma força silenciosa, um trono primal
Um predador, agora totalmente crescido
Eles o sentem
Eles o conhecem
Eles se curvam, sem lutar
Das trevas ele se ergue, não mais o mesmo
Um arauto forjado na tristeza e na chama
O mundo abandonado agora chama seu nome
Enquanto reinos tremem diante de sua reivindicação
Nenhuma luz permanece, nenhum céu acima
Apenas uma sombra que engoliu o amor
O fim começa com cada respiração
Ele caminha pela estrada que leva à morte
Rumo à cidadela, passo a passo
Não por justiça
Não por paz
Mas por algo muito mais cruel
Um acerto de contas, sem fim