Spear of Destiny
Now hear me, children of ash
I am the flame from the throne of cinders
I bring you fire, torn from the heart of the void
In the realm of ashes, the king rises high
Soul Thieves whisper, stealing the light from the sky
Ghostly demons, no face, no name, no end
Devouring spirits, breaking the will of men
From the throne of obsidian smoke he descends
The Ruler of Ashes, with ancient intent
Hands him the spear, black steel born in flame
Spear of Destiny, calls out his name
It trembles in grip, hungers for the dark
Opens its jaws, ready to tear worlds apart
My soul blazes!
The trident awakes!
Three claws of doom in the night!
Spear of Destiny!
Pierce through the soul-thieves might!
My soul blazes!
Evil dissolves in the light!
Flames rise forever, tonight!
On plains of bone under dead Moon's gaze
They swarm in silence, hungry in haze
He raises the lance, metal obeys the call
Cracks like thunder, trident stands tall
Center ignites, a star fallen long ago
Purest inferno that evil can't know
One strike, they scream, turn to purified smoke
Another, the veil of the damned finally broke
Each thrust a Sun born in endless night
The last echo fades, silence ignites
My soul blazes!
The trident awakes!
Three claws of doom in the night!
Spear of Destiny!
Pierce through the soul-thieves might!
My soul blazes!
Evil dissolves in the light!
Flames rise forever, tonight!
The Ruler kneels on scorched ground
My loyalty, forever bound
But the King lowers the spear so still
I need no servants, no chains of will
Rise, old sovereign of ash and flame
I seek no throne, no bowed-down name
What I desire, rare as eternal fire
A friend to walk, when the embers retire
My soul blazes!
A hand extended wide!
No crowns, no chains, just fire inside!
My soul blazes!
Friendship forged in the blaze!
Two flames together, through endless days!
My soul blazes!
Spear of Destiny
Forever we rise!
Lança do Destino
Agora me ouçam, filhos da cinza
Eu sou a chama do trono das brasas
Trago fogo, arrancado do coração do vazio
No reino das cinzas, o rei se ergue alto
Ladrões de almas sussurram, roubando a luz do céu
Demônios fantasmagóricos, sem rosto, sem nome, sem fim
Devorando espíritos, quebrando a vontade dos homens
Do trono de fumaça obsidiana ele desce
O Governante das Cinzas, com intenção antiga
Entregam-lhe a lança, aço negro nascido em chamas
Lança do Destino, clama seu nome
Ela treme na mão, anseia pela escuridão
Abre suas mandíbulas, pronta para despedaçar mundos
Minha alma arde!
O tridente desperta!
Três garras do destino na noite!
Lança do Destino!
Perfure a força dos ladrões de almas!
Minha alma arde!
O mal se dissolve na luz!
Chamas sobem para sempre, esta noite!
Em planícies de ossos sob o olhar da Lua morta
Eles se aglomeram em silêncio, famintos na névoa
Ele levanta a lança, o metal obedece ao chamado
Estala como trovão, o tridente se ergue alto
O centro se acende, uma estrela caída há muito tempo
Inferno mais puro que o mal não pode conhecer
Um golpe, eles gritam, se transformam em fumaça purificada
Outro, o véu dos condenados finalmente se rompeu
Cada golpe um Sol nascido na noite sem fim
O último eco se apaga, o silêncio se acende
Minha alma arde!
O tridente desperta!
Três garras do destino na noite!
Lança do Destino!
Perfure a força dos ladrões de almas!
Minha alma arde!
O mal se dissolve na luz!
Chamas sobem para sempre, esta noite!
O Governante se ajoelha no chão queimado
Minha lealdade, para sempre atada
Mas o Rei baixa a lança tão imóvel
Não preciso de servos, nem correntes de vontade
Levante-se, velho soberano de cinzas e chamas
Não busco trono, nem nome curvado
O que desejo, raro como fogo eterno
Um amigo para caminhar, quando as brasas se retirarem
Minha alma arde!
Uma mão estendida!
Sem coroas, sem correntes, apenas fogo dentro!
Minha alma arde!
Amizade forjada na chama!
Duas chamas juntas, por dias sem fim!
Minha alma arde!
Lança do Destino
Para sempre nos erguemos!