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Taliesin, O Bardo

Dolmen

Taliesin, El Bardo

Cae la noche
Reina la oscuridad
Criaturas ciegas
Silencio sepulcral
Ahora es cuando yo despierto
del sueno y la razon
Sos libre otra vez, no necesito ver.

Como una ola en un mar
de sensaciones
Relatando historias sin un lugar
sin un dueno
Conoces el final
de la danza espiral
penetras en las almas tristes y desoladas.

Tengo en mi voz
la fina espada
que mata sin cortar
El vacio es mi hogar
de piedras erguidas.

Quien podra narrar
bellas historias de ayer?
Si tu no estas!
Quien recordara esos poemas tristes
que en el olvido han de quedar?

Un mar de osados verbos
seguiran bailando sin descanso
en tu interior
Asi emprendo este viaje
en busca de corazones muertos resucitandolos.

Yo soy, yo fui, yo sere
El que cante en la reunion
Despertare al gigante que hasta hoy
dormia en sus mentes
Mientras haya alguien que pretenda ver
colores de ensueno
Hay palabras que el viento
no podra llevarse jamas...

Taliesin, O Bardo

Cai a noite
Reina a escuridão
Criaturas cegas
Silêncio sepulcral
Agora é quando eu acordo
do sonho e da razão
Você é livre outra vez, não preciso ver.

Como uma onda em um mar
de sensações
Contando histórias sem um lugar
sem um dono
Você conhece o final
da dança espiral
penetra nas almas tristes e desoladas.

Tenho na minha voz
a fina espada
que mata sem cortar
O vazio é meu lar
de pedras erguidas.

Quem poderá narrar
belas histórias de ontem?
Se você não está!
Quem lembrará desses poemas tristes
que no esquecimento vão ficar?

Um mar de ousados verbos
continuarão dançando sem descanso
dentro de você
Assim começo esta jornada
em busca de corações mortos ressuscitando-os.

Eu sou, eu fui, eu serei
Aquele que canta na reunião
Despertarei o gigante que até hoje
dormia em suas mentes
Enquanto houver alguém que pretenda ver
cores de sonho
Há palavras que o vento
nunca poderá levar...

Composição: