Cielo/Infierno
Acostumbrado a estar de ti
guardando tus fotos sepia
Hoy pienso dejarlo antes de partir
Mis brazos no alcanzan para abrazar
tu cuerpo que ya se hizo niebla
Tus besos no bastan a mi cielo azul
Pero me enreda aquel ayer...
Cuando mis manos te hicieron temblar
Cuando tus ojos me hicieron calmar
Cuando nuestras almas pudieron más
... Mentiras mías
Cubro de miel lo que son heridas
... ¡Mentiras!
Cielo-Infierno cada vez que vuelvo a ti
Cada vez dura menos mi cielo
Cielo-Infierno, no pienso regresar allí
aunque dure mucho más este invierno
Tú acostumbrada a enterrar en el jardín tus recuerdos
Yo desenredándome de ti
Si ya mis manos no te hacen temblar
Si ya tus ojos no me hacen calmar
Si ya nuestras almas no pueden más
... ¡Mentiras!
Cielo-Infierno cada vez que vuelvo a ti
Cada vez dura menos mi cielo
Cielo-Infierno, no pienso regresar allí
aunque dure mucho más este invierno
Cielo-Infierno
no pienso regresar allí ...
Céu/Inferno
Acostumado a estar com você
guardando suas fotos em sépia
Hoje penso em deixar isso antes de partir
Meus braços não alcançam pra te abraçar
seu corpo que já se fez névoa
Teus beijos não bastam pro meu céu azul
Mas me enrosca aquele ontem...
Quando minhas mãos te fizeram tremer
Quando seus olhos me fizeram acalmar
Quando nossas almas puderam mais
... Mentiras minhas
Cubro de mel o que são feridas
... Mentiras!
Céu-Inferno toda vez que volto pra você
Cada vez dura menos meu céu
Céu-Inferno, não penso em voltar pra lá
mesmo que esse inverno dure muito mais
Você acostumada a enterrar no jardim suas memórias
Eu me desenrolando de você
Se já minhas mãos não te fazem tremer
Se já seus olhos não me fazem acalmar
Se já nossas almas não podem mais
... Mentiras!
Céu-Inferno toda vez que volto pra você
Cada vez dura menos meu céu
Céu-Inferno, não penso em voltar pra lá
mesmo que esse inverno dure muito mais
Céu-Inferno
não penso em voltar pra lá ...