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Blusa Vermelha / Ainda Ontem Chorei De Saudade / Boate Azul

Dom Marcos e Davi

Letra

    Quando olho na parede e vejo o seu retrato
    As lágrimas banham meu rosto num pranto sem fim
    Sento na cama e fico sozinho no quarto
    Vem a saudade maldita, se apossa de mim
    Levanto, vou no guarda-roupa e abro as portas
    Vejo a blusa vermelha que você deixou
    Aí então o desespero rouba minha calma
    Eu saio pra rua e até minha alma
    Chora em silêncio ao sentir minha dor
    Deus, óh, Senhor poderoso, eu lhe faço um pedido
    Mande um alívio a esse coração que sofre
    Se ela um dia regressar, eu lhe agradeço
    Porém padecer, como eu padeço
    Prefiro mil vezes que me mande a morte
    Levanto, vou no guarda-roupa e abro as portas
    Vejo a blusa vermelha que você deixou
    Aí então o desespero rouba minha calma
    Eu saio pra rua e até minha alma
    Chora em silêncio ao sentir minha dor
    Deus, óh, Senhor poderoso, eu lhe faço um pedido
    Mande um alívio a esse coração que sofre
    Se ela um dia regressar, eu lhe agradeço
    Porém padecer, como eu padeço
    Prefiro mil vezes que me mande a morte

    Você me pede na carta
    Que eu desapareça
    Que eu nunca mais te procure
    Pra sempre te esqueça
    Posso fazer sua vontade
    Atender seu pedido
    Mas esquecer é bobagem
    É tempo perdido
    Ainda ontem chorei de saudade
    Relendo a carta, sentindo o perfume
    Mas que fazer com essa dor que me invade
    Mato esse amor ou me mata o ciúme

    Doente de amor procurei remédio na vida noturna
    Como uma flor da noite em uma bote aqui na zona sul
    A dor do amor é com outro amor que a gente cura
    Vim curar a dor deste mal de amor na boate azul
    E quando a noite vai se agonizando no clarão da aurora
    Os integrantes da vida noturna se foram dormir
    E a dama da noite estava comigo também foi embora
    Fecharam-se as portas sozinho de novo tive que sair
    Sair de que jeito, se nem sei o rumo para onde vou
    Muito vagamente me lembro que estou
    Em uma boate aqui na zona sul
    Eu bebi demais e não consigo me lembrar se quer
    Qual é o nome daquela mulher
    A flor da noite da boate azul
    E quando a noite vai se agonizando no clarão da aurora
    Os integrantes da vida noturna se foram dormir
    E a dama da noite que estava comigo também foi embora
    Fecharam-se as portas sozinho de novo tive que sair
    Sair de que jeito, se nem sei o rumo para onde vou
    Muito vagamente me lembro que estou
    Em uma boate aqui na zona sul
    Eu bebi demais e não consigo me lembrar se quer
    Qual é o nome daquela mulher
    A flor da noite da boate azul


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