A Navalha da Justiça
Dombar e Donizete
No riacho da poesia, a maré não me sacode
Só pesca quem for poeta, quem não for, sei que não pode
A caneta é meu anzol, e na rima a gente explode
E dentro desse riacho eu fisguei esse pagode
Quem começa na maldade, na maldade tem seu fim
Eu digo não pra mentira, pra verdade eu falo sim
Na montanha do sucesso, aprendi cantar assim
O espinho da tristeza não nasceu no meu jardim
A navalha da justiça não pode perder o corte
Pra ter o calor da vida, corri do gelo da morte
Minha viola é igual trovão, que tem o barulho forte
Quando bato nas dez cordas, estremece de sul a norte
Sou da serra da canastra, onde é o reinado do queijo
No verso desse pagode, vem a rima que eu desejo
Esse mundão de meu Deus, vou mostrar como é que vejo
Boca de mulher bonita é minha fonte de beijo




Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Dombar e Donizete e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: