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Na Fogueira

Don Omar

En La Hoguera

Dados stan en el aire d noxe y arde k la eria sangre,
k las musas bailen, k los ojos hablen, k demonios canten.(Bis)

Morir es d débiles, vivir es d ágiles,
nació un milagro, hubiera ardio en la hoguera ase año,
studio el trasfondo y las maneras si lo veneran,
pregúntaselo ala portera, curioso,
la lus cambia las cosas de sitio un olor a boskesito
busko lo mas riko, sustancia k m hagan
grita lo k no sta scrito, en los rincones asen ritos.
Hombres y mujeres mueren asin despacito, to rapido!
Ojos venditos, venditos mis legañas x un piko,
a kien engaña? K tas metio to, xk er dinero
es asin d askeroso, oprimir,
es abusar del trabajo del poderoso,
no del todopoderoso, muxos venden grifas,
tu pagan la tarifa en esta taifa

(estribillo)

Tu pasaporte se rifa, lanzan el antifas
y otro avión con sus mejores aterriza
no hay prisas hay corazones exos trizas
y zis zas el veneno corre por las venas
si no se nos borra la sonrisa,
hijos d puta speran cobrar tu póliza
y esceso d autoridad,
no hay ejercicios k no realicen
y aun tng cicatrices ni matices d codicia,
m puedes acariciar, cuando suena asin
d bien xabalitas y xabalitos se envician,
encienden el incienso pa ir ambientando el ambiente
y hago las delicias
y amame malisia otra noxe mas la misma melodía se scuxa

(estribillo)

Mátalo, mátalo, yo guardo un as en la manga yo,
tngo una strella yo, apuesto x el caballo k va a ganar,
yo, sé d arguna k le costó kerer, sé d arguna
k le costó crecé, sé d arguna k le costó perdé
el destino juega cn la vida d los hombres,
k m kieren saber lo k kiero m da igual pasa hambre
lo perdio x perdio, lo ganao x ganao ligera
d ekipaje no hay na regalao stoy en er bando
d los desesperaos no no mama no stao siempre
x llega siempre hay argo k desi,
siempre hay argo k caya, siempre hay argo k escribí,
siempre hay argo k scuxa

(estribillo)

Na Fogueira

Dados estão no ar de noite e arde que a ferida é sangue,
que as musas dancem, que os olhos falem, que demônios cantem.(Bis)

Morrer é para fracos, viver é para ágeis,
nasceu um milagre, teria ardido na fogueira há um ano,
estudou o fundo e as maneiras se o veneram,
pregunte à porteira, curioso,
a luz muda as coisas de lugar um cheiro a matinho
busco o mais gostoso, substância que me faça
gritar o que não está escrito, nos cantos fazem ritos.
Homens e mulheres morrem assim devagar, tudo rápido!
Olhos benditos, benditos meus remelentos por um pico,
a quem engana? Que tá metido em tudo, porque é dinheiro
é assim de nojento, oprimir,
é abusar do trabalho do poderoso,
não do todo-poderoso, muitos vendem grifes,
você paga a tarifa nesta tribo

(refrão)

Seu passaporte é sorteado, lançam o antifaz
e outro avião com os melhores aterriza
não há pressa, há corações feitos em pedaços
e zis zas o veneno corre pelas veias
se não nos apaga o sorriso,
filhos da puta esperam cobrar sua apólice
e excesso de autoridade,
não há exercícios que não realizem
e ainda tenho cicatrizes nem matizes de cobiça,
você pode me acariciar, quando soa assim
de bem, menininhas e menininhos se viciam,
acendem o incenso pra ir ambientando o ambiente
e faço as delícias
e me ame, malícia, mais uma noite a mesma melodia se escuta

(refrão)

Mata-o, mata-o, eu guardo um ás na manga eu,
tenho uma estrela eu, aposto no cavalo que vai ganhar,
eu, sei de alguém que custou querer, sei de alguém
que custou crescer, sei de alguém que custou perder
o destino joga com a vida dos homens,
que querem saber o que quero, me dá igual, passa fome
o perdido é perdido, o ganho é ganho, leve
de bagagem não tem nada de graça, estou no lado
dos desesperados, não, não, mãe, não estive sempre
sempre há algo que dizer,
sempre há algo que calar, sempre há algo que escrevi,
sempre há algo que escuta

(refrão)

Composição: