Barrilete
Bajan las persianas de los bares
Y hay lugares, donde
Los pecados duelen mucho más
Y un mensaje esperas
Para dormir abrazado
Ya te están echando
Y no hay gremio del borracho
Para poder ir a reclamar
Ya lo van a inventar
Te vas amenazando
Y en la calle sos un barrilete más
En el fondo del barro
Un pedazo de tierra más
Vas al gol a fumar uno
Y es el Sol el que te va a despertar
El mensaje no volvió
Que hoy en el telo no te esperen
Porque otro ocupa tu lugar
Siempre pensás lo peor
Venís bastante golpeado
Por dormirte en los laureles
De pensar que eras el único
Un día te enteraste que por la cama
De tu primera novia fiel
También pasaba más gente
Así aprendiste a engañar
Y a esperar lo mismo
Situaciones llenas de amor
Paranoia y cinismo
Reflexiones de un amanecido, alcohólico
Que rueda entre abismos
Madurar parece algo lejano al regresar
Hombre grande que parece
Que no quiere crecer más
Hago lo que puedo, no lo niego
Desde chico siempre es igual
Perdón, discúlpenme
Si no soy tan bueno
Tan correcto o especial
Qué sensible te sentías
Con tu amor adolescente
Hasta que el palo que te diste esa vez
Te explicó, que hasta la ternura
Más dulce, te caga sin dudas
Ni tan bueno, ni tan malo
Somos algunos humanos
Por eso es que volvés a intentar
Sabiendo cómo es la joda
Ya no duele tanto
Idealizar solo logra dejarte pintado
No lo digo ni de resentido
Ni de superado
Si buscaban otro rock de amor
Se equivocaron de lado
Madurar parece algo lejano al regresar
Hombre grande que parece
Que no quiere crecer más
Hago lo que puedo, no lo niego
Desde chico siempre es igual
Perdón, discúlpenme
Si no soy tan bueno
Tan rockero o especial
Madurar parece algo lejano al regresar
Hombre grande que parece
Que no quiere crecer más
Hago lo que puedo, no lo niego
Desde chico siempre es igual
Perdón, discúlpenme
Si no soy tan bueno
Tan rockero o especial
Pipa de Papel
Baixam as persianas dos bares
E há lugares, onde
Os pecados doem muito mais
E uma mensagem você espera
Pra dormir abraçado
Já tão te mandando embora
E não tem sindicato do bêbado
Pra poder ir reclamar
Já vão inventar
Você vai se ameaçando
E na rua você é só mais uma pipa de papel
No fundo do barro
Um pedaço de terra a mais
Você vai pro gol pra fumar um
E é o Sol que vai te acordar
A mensagem não voltou
Que hoje no motel não te esperem
Porque outro ocupa seu lugar
Sempre pensa no pior
Você vem bem machucado
Por ter dormido nos louros
De achar que era o único
Um dia você descobriu que pela cama
Da sua primeira namorada fiel
Mais gente também passava
Assim você aprendeu a enganar
E a esperar o mesmo
Situações cheias de amor
Paranoia e cinismo
Reflexões de um amanhecido, alcoólatra
Que rola entre abismos
Madurar parece algo distante ao voltar
Homem grande que parece
Que não quer crescer mais
Faço o que posso, não nego
Desde pequeno sempre é igual
Desculpa, me perdoem
Se não sou tão bom
Tão correto ou especial
Que sensível você se sentia
Com seu amor adolescente
Até que a pancada que você levou aquela vez
Te explicou, que até a ternura
Mais doce, te fode sem dúvidas
Nem tão bom, nem tão mau
Somos alguns humanos
Por isso você volta a tentar
Sabendo como é a festa
Já não dói tanto
Idealizar só consegue te deixar pintado
Não digo isso nem por ressentido
Nem por superado
Se buscavam outro rock de amor
Se enganaram de lado
Madurar parece algo distante ao voltar
Homem grande que parece
Que não quer crescer mais
Faço o que posso, não nego
Desde pequeno sempre é igual
Desculpa, me perdoem
Se não sou tão bom
Tão rockeiro ou especial
Madurar parece algo distante ao voltar
Homem grande que parece
Que não quer crescer mais
Faço o que posso, não nego
Desde pequeno sempre é igual
Desculpa, me perdoem
Se não sou tão bom
Tão rockeiro ou especial