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Na Escravidão de Tudo Isso

Down

In The Thrall Of It All

Go slow
Cruel to himself and generous about it
Cruel to the world (it's) not hard to spot it
Can't give up
Shut up
On a tirade
Off the top of his head
So ripe becoming rotten
He's hit the wailing wall
To pass out hard upon
He's kissed the wailing wall
In the thrall of it all
Failed his name with no care to hide it
Failed escape it's documented
Instilled or distilled
The spike or the chill
It's immolation
The lust of non-existance
He's hit the wailing wall
To pass out hard upon
He's kissed the wailing wall
No lower heaven
For his bones
Nor handing life back
What it's owed
Caretaker careless
Of what he's sown
Porously reaching
His lowest low
The negative has just begun
Joining the war impossible...
In the thrall of it all
Headstone tells but nothing about him
Headstone reads two decades wasted
A funeral pyre
With no one to burn it
(And nobody attending)
Because self destruction brings misfortune
In the thrall of it all

Na Escravidão de Tudo Isso

Vá devagar
Cruel consigo mesmo e generoso com isso
Cruel com o mundo (não é difícil notar)
Não consegue desistir
Cala a boca
Em uma tirada
Do fundo da cabeça
Tão maduro que tá apodrecendo
Ele bateu na parede do lamento
Pra desmaiar pesado
Ele beijou a parede do lamento
Na escravidão de tudo isso
Falhou em seu nome sem se importar em esconder
Falhou na fuga, tá documentado
Instilado ou destilado
O pico ou o frio
É imolação
A luxúria da não-existência
Ele bateu na parede do lamento
Pra desmaiar pesado
Ele beijou a parede do lamento
Nenhum céu mais baixo
Para seus ossos
Nem devolvendo a vida
O que lhe é devido
Cuidador descuidado
Com o que ele semeou
Alcançando porosamente
Seu ponto mais baixo
O negativo apenas começou
Entrando na guerra impossível...
Na escravidão de tudo isso
A lápide diz, mas nada sobre ele
A lápide lê duas décadas desperdiçadas
Uma pira funerária
Sem ninguém pra queimá-la
(E ninguém comparecendo)
Porque a autodestruição traz infortúnio
Na escravidão de tudo isso

Composição: Philip Anselmo