Canticum Morti
Rain's falling down
on this cold ground,
clouds are embracing me,
darker than winter ...
I'm forgettin' the light ...
Wet stones,
suppressed by the fog,
and I ...
I'm waitin' something yet.
Subjugated by the fear,
crippled by the rage,
I'm fling on my soul
inflictin' in her
tortures and penitences.
Obscura iacet lapis
ficta dolore,
confirmata calore
rosae illic depositae.
Verba ficta sanguine
lacerati pectoris,
mentis deponentis
ex memoria praeterita.
Forced to remedy,
keeped here wandering,
I find my light,
burnt-out by his he ...
I'm alive but I'm dead ...
veins are firin',
my blood doesn't wash them,
and I ...
I'm goin' to find you.
Ashes are cryin',
time will give rest
to fire,
livin' in my eyes.
I'll find, I'll flush
every least emotion.
Is the most hidden remorse,
callin' my attention.
Without no rest I'll follow
tracks of this damnation.
Cântico da Morte
A chuva tá caindo
nesse chão gelado,
nuvens tão perto de mim,
mais escuras que o inverno...
Tô esquecendo a luz...
Pedras molhadas,
sufocadas pela neblina,
e eu...
Tô esperando algo ainda.
Subjugado pelo medo,
paralisado pela raiva,
lanço minha alma
infligindo nela
torturas e penitências.
Obscuro jaz o lápis
fingindo dor,
confirmado pelo calor
rosas ali depositadas.
Palavras fingidas com sangue
peito dilacerado,
mente se entregando
à memória do passado.
Forçado a remediar,
perdido aqui vagando,
encontro minha luz,
queimada por ele...
Tô vivo, mas tô morto...
veias tão ardendo,
minha sangue não as limpa,
e eu...
Tô indo te encontrar.
Cinzas tão chorando,
o tempo vai dar descanso
do fogo,
vivendo nos meus olhos.
Vou encontrar, vou eliminar
toda e qualquer emoção.
É o remorso mais escondido,
chamando minha atenção.
Sem descanso vou seguir
as trilhas dessa condenação.