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Cárcere da Primavera

Drastic

Sringjail

"beauty is truth, truth beauty - that is all
Ye know on earth, and all ye need to know"
[john keats]

Leave me alone
Let me starve in sadness
Leave me alone
I'm not crying...

Leave me alone
All this world is madness
Leave me alone
I am dying...

God can take your soul
And burn it...
I can steal it
And return it - to you...

Hope now is gone
Buried in my eyes and
Thy will is done
Can't you see it?

Youth now is gone
Is there truth in beauty?
The last time i sang
You were laughing...

Nature shaped your body
And formed it...

I will waste it
And deform it - so you...

Rise, and smile, pray
Leave your dreams behind
Rise, and leave your flesh
In this world

I'll never see you again
In this mortal spoils

And the voice i worshipped?
I'll hear it no more

I'll never see you again
In this mortal spoils

The voice i worshipped?
Silence at all...

Will this spring
Last forever?

Ghiaccio sapore amaro

Ghiaccio sapore amaro
Circondarsi di creature
Sotto le voci incerte
Di una morte primaverile;
Un letto di dolore,
Fruscio avvolgente,
La terra mi accoglie.

Life will drift away
Into another place

Turning into dust
Future, present, past

Morning lights and stars
To shadows of the dark

Slaves of memories,
We're leaves of unknown trees.

Cárcere da Primavera

"beleza é verdade, verdade é beleza - isso é tudo
Que vocês sabem na terra, e tudo que precisam saber"
[john keats]

Me deixe em paz
Deixe eu morrer de tristeza
Me deixe em paz
Não estou chorando...

Me deixe em paz
Todo esse mundo é uma loucura
Me deixe em paz
Estou morrendo...

Deus pode levar sua alma
E queimá-la...
Eu posso roubá-la
E devolvê-la - a você...

A esperança agora se foi
Enterrada nos meus olhos e
Teu querer se fez
Você não vê isso?

A juventude agora se foi
Há verdade na beleza?
A última vez que cantei
Você estava rindo...

A natureza moldou seu corpo
E o formou...

Eu vou desperdiçá-lo
E deformá-lo - para você...

Levante-se, e sorria, reze
Deixe seus sonhos para trás
Levante-se, e deixe sua carne
Neste mundo

Nunca mais vou te ver
Nesses despojos mortais

E a voz que eu adorava?
Não a ouvirei mais

Nunca mais vou te ver
Nesses despojos mortais

A voz que eu adorava?
Silêncio total...

Essa primavera
Vai durar para sempre?

Gelo, sabor amargo

Gelo, sabor amargo
Cercar-se de criaturas
Sob as vozes incertas
De uma morte primaveril;
Uma cama de dor,
Sussurros envolventes,
A terra me acolhe.

A vida vai se esvair
Para outro lugar

Transformando-se em poeira
Futuro, presente, passado

Luzes da manhã e estrelas
Para sombras da escuridão

Escravos das memórias,
Somos folhas de árvores desconhecidas.

Composição: