Vortex
Torn from the marrow, wired in thirst
I feed the void with every verse
Lungs are filled with static noise
My voice is ash, but still it roars
Skies collapse beneath my grit
Gravity begins to eat
Rage, a drug I cannot quit
I tear the stars and swallow it
Mirrors crack with every breath
I kiss the teeth of holy death
I scream in colors no eye has seen
Inside the vortex, I split my skin
Vortex spinning through the flame
I burn my fucking name, I kill my fucking name
Vortex silence carved in cries
I climb the pit that never dies
Vortex spinning through the flame
I burn my fucking name, I kill my fucking name
Vortex silence carved in cries
I climb the pit that never dies
There’s no escape from the spiral tide
You run, you rot, but still inside
Flesh and fire, bones and breath
You dance in the arms of infinite death
Vórtice
Arrancado da medula, ligado na sede
Alimento o vazio com cada verso
Pulmões cheios de ruído estático
Minha voz é cinzas, mas ainda ruge
Céus desmoronam sob minha garra
A gravidade começa a devorar
Raiva, uma droga da qual não consigo escapar
Eu rasgo as estrelas e engulo isso
Espelhos se quebram a cada respiração
Eu beijo os dentes da morte sagrada
Eu grito em cores que nenhum olho viu
Dentro do vórtice, eu rasgo minha pele
Vórtice girando através da chama
Eu queimo meu nome do caralho, eu mato meu nome do caralho
Vórtice, silêncio esculpido em gritos
Eu subo o abismo que nunca morre
Vórtice girando através da chama
Eu queimo meu nome do caralho, eu mato meu nome do caralho
Vórtice, silêncio esculpido em gritos
Eu subo o abismo que nunca morre
Não há escape da maré espiral
Você corre, você apodrece, mas ainda por dentro
Carne e fogo, ossos e respiração
Você dança nos braços da morte infinita