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Fluxo

Dreamscape

Flow

You and I - distinct, but such alike...
You and I - frontiers we cannot hide...
When did we leave the common path we used to share?
How could we ever forget all once we took care?

Watch the instant passes by
Just before you realize
What we've learned to love
Is going to be compromised.

There's nothing to eternalise
And nothing to remain.
An unaffected habit
Turns into another blame.

No one can stop the killing machine
That keeps us somehow alive.
Centuries are gone, time marches on -
Among them we keep up to flow...

We're falling into never land
And losing our confidence
In what we used to believe.
Missing sympathy?
Weakling harmony?
Now it's time to face a new outset...

Once we did not understand
To hold on their traditions.
Time has faced us to play this role -
The following position!

No one can stop the killing machine
That keeps us somehow alive.
Centuries are gone, time marches on -
Among them we keep up to flow...

But it feels like losing a friend,
Like to betray myself.
Now I wish to turn back time
And wake up in my dreams I can't forget...

Ca I still ignore, can I still be sure
Of what I am still holding on.
What is deep inside, to explain so tight,
I will never feel again...

Still nothing to eternalise,
But so much to remain.
Keep an eye on and realize
They only tried the same...

No one can stop the killing machine
That keeps us somehow alive.
Centuries are gone, time marches on -
Among them we keep up to flow...
Now I flow...

Fluxo

Você e eu - distintos, mas tão iguais...
Você e eu - fronteiras que não podemos esconder...
Quando deixamos o caminho comum que costumávamos compartilhar?
Como poderíamos esquecer tudo que um dia cuidamos?

Veja o instante passar
Logo antes de perceber
O que aprendemos a amar
Está prestes a ser comprometido.

Não há nada para eternizar
E nada para permanecer.
Um hábito indiferente
Se transforma em outra culpa.

Ninguém pode parar a máquina de matar
Que nos mantém de alguma forma vivos.
Séculos se foram, o tempo avança -
Entre eles, continuamos a fluir...

Estamos caindo em uma terra de ninguém
E perdendo nossa confiança
No que costumávamos acreditar.
Sentindo falta de empatia?
Harmonia fraca?
Agora é hora de encarar um novo começo...

Uma vez não entendíamos
Como segurar suas tradições.
O tempo nos fez desempenhar esse papel -
A próxima posição!

Ninguém pode parar a máquina de matar
Que nos mantém de alguma forma vivos.
Séculos se foram, o tempo avança -
Entre eles, continuamos a fluir...

Mas parece que estou perdendo um amigo,
Como se estivesse me traindo.
Agora eu gostaria de voltar no tempo
E acordar nos meus sonhos que não consigo esquecer...

Posso ainda ignorar, posso ainda ter certeza
Do que ainda estou segurando.
O que está profundo dentro, para explicar tão apertado,
Eu nunca sentirei de novo...

Ainda nada para eternizar,
Mas tanto para permanecer.
Fique de olho e perceba
Que eles só tentaram o mesmo...

Ninguém pode parar a máquina de matar
Que nos mantém de alguma forma vivos.
Séculos se foram, o tempo avança -
Entre eles, continuamos a fluir...
Agora eu fluo...

Composição: