395px

O Domínio da Doença

Dreamscapes Of The Perverse

The Sickness Dominion

Blind eyes turned in search
Beyond this defiled graveland
Tainted memories sleep in sweet repose
Dissonant nightchoirs sing in the moonlight
Mourning heartsongs which leave me yearning
To hear once again those hymns
To which the dead arose

I taste the world's noxious tears
Upon my severed tongue
The alluring sweet breath of death
Through my broken nose I breathe
As the bastard progeny of hope lies stillborn
While the debauched weeping mother
Seeks refuge from passion's spectre
And yearns for these haunting visions to fade

I do not see the sharpened glares of the jaded
Whilst the whirlwind of gathering voices I evade
As the envious ghosts wish to strip this blind man
From the sheltered world he has made

Mannequins lie smashed
Among the ruins of this world
I see them as the corpses of those
Who I once held dear
But they were all decoys
From the very beginning of my life
My vision is warped and clouded
By a parturient film of fear

Never have I shorn my aversion to nightmares
Since the morning I awoke to the horror
And realization of being hopelessly transfixed
By macabre demons astride their broken masters

Swirling admist the fragile illusion
Of awareness are the turbulent currents of resolve
Blessedly never arriving to fulfill
Their promise to the fates that have turned away

O Domínio da Doença

Olhos cegos voltados em busca
Além deste chão profanado
Memórias manchadas dormem em doce repouso
Coros noturnos dissonantes cantam à luz da lua
Corações de luto que me deixam ansiando
Para ouvir mais uma vez aqueles hinos
Aos quais os mortos se ergueram

Eu sinto as lágrimas nocivas do mundo
Sobre minha língua cortada
O doce e sedutor hálito da morte
Através do meu nariz quebrado eu respiro
Enquanto a bastarda prole da esperança jaz natimorta
Enquanto a mãe devassa e chorosa
Busca refúgio do espectro da paixão
E anseia para que essas visões assombrosas desapareçam

Não vejo os olhares afiados dos desencantados
Enquanto o turbilhão de vozes se aproxima, eu evito
Enquanto os fantasmas invejosos desejam despir este cego
Do mundo protegido que ele criou

Maniquins jazem despedaçados
Entre as ruínas deste mundo
Eu os vejo como os corpos daqueles
Que um dia eu amei
Mas todos eram iscas
Desde o começo da minha vida
Minha visão está distorcida e turva
Por um filme parturiente de medo

Nunca cortei minha aversão aos pesadelos
Desde a manhã em que acordei para o horror
E a realização de estar desesperadamente fixado
Por demônios macabros montados em seus mestres quebrados

Girando em meio à frágil ilusão
De consciência estão as correntes turbulentas da determinação
Abençoadamente nunca chegando para cumprir
Sua promessa aos destinos que se afastaram

Composição: Dreamscapes Of The Perverse