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Com Garras Frias

Drengskapur

Mit Kalten Fängen

Blutig roter Schein am Abend
Grau' Nebelschwaden tief im Tal
Es öffnet sich der Blick zum Moor
Und grün grüßt es ein letztes Mal

Bitter frostig' naht der Winter
Und sogleich die Äxte blitzen
Zahllos Tannen weichen nun um
Behaglich warm im Heim zu sitzen

Stämme fallen, Hufen hämmern
Greulich Raub im alten Moor
Geopfert für die wertlos' Pracht
Niemand zuvor jemals erfror

Flammend' Glut, verbrannte Erde
Fatal die Folgen dieses Werks
Hoffend, daß es Herbst bald werde
Damit dies' Leid alsbald vergeht

Dunkle Wolken hoch am Himmel
Ungebannt die Fluten wallen
Bringen Grauen und Gewimmel
Ertränken mitleidlos die Welt

Ertraglos endet dieses Jahr
Rechter Lohn für dies' Verachtung
Der nächste harte Winter naht
Im Einklang mit der Kälte nun

Com Garras Frias

Vermelho sangrento brilho à noite
Cinza névoa profunda no vale
O olhar se abre para o pântano
E verde saúda pela última vez

Amargamente frio se aproxima o inverno
E imediatamente os machados brilham
Inúmeras pinheiros agora cedem
Confortavelmente sentar-se em casa

Troncos caem, cascos martelam
Terrível roubo no antigo pântano
Sacrificado pela vaidade sem valor
Ninguém antes jamais congelou

Chamas ardentes, terra queimada
Fatal as consequências deste trabalho
Esperando que o outono chegue logo
Para que este sofrimento logo passe

Nuvens escuras no alto do céu
As águas correm desenfreadas
Trazendo terror e tumulto
Afogando impiedosamente o mundo

Este ano termina sem frutos
Justa recompensa por este desprezo
O próximo inverno rigoroso se aproxima
Em harmonia com o frio agora