Acrid Morning
a taste of puke in my mouth
acrid day, the windows oath
swollen eyes, a fly on my bed,
this winged visitor sings i'm dead
reminding hours of desperate nights
cowering in cries neath ash-tree lights
desolated hours, letter filled street
where aborted words denied my need
can't bear to see your glasstube smiles
knowing your compassion and consolation belies
reminding hours of desperate nights
cowering in cries neath ash-tree lights
knowing which acinus are fatal
when colloquys around are so dull
yesterdays men, speaking today
affirming their words, leading my way
pictures so dreadful mirror insleep
nausea mumbling, derision to reap
mundane insect dies in my hand
it's song was right, i missed the end
Manhã Ácida
um gosto de vômito na minha boca
um dia azedo, o juramento das janelas
olhos inchados, uma mosca na minha cama,
esse visitante alado canta que estou morto
lembrando horas de noites desesperadas
encolhendo em gritos sob as luzes da cinza
horas desoladas, rua cheia de cartas
onde palavras abortadas negaram minha necessidade
não consigo suportar ver seus sorrisos de tubo de vidro
sabendo que sua compaixão e consolo são falsos
lembrando horas de noites desesperadas
encolhendo em gritos sob as luzes da cinza
sabendo quais ácinos são fatais
quando as conversas ao redor são tão sem graça
homens de ontem, falando hoje
afirmando suas palavras, guiando meu caminho
imagens tão horríveis refletem o sono
náusea murmurando, escárnio a colher
inseto mundano morre na minha mão
sua canção estava certa, eu perdi o final