Acýlar Parký
Topraðý kokladým
Alýþkanlýklarým yaðmur sesi
Gitmek kolay deðil dedim... kendime
Düþündüm
Hatýrladýklarým beni geri çevirdi...
Yaþamak zor gelir bazen bilirsin
Susmak bir gidiþi kabullenmek
Görmek kolay dedim... kendime
Sustum
Yanlýþlýklarým beni büyüttü...
Geride býraktýðým acýlar parký
Yalnýzlýklarýma sahne oldu
Oynamak kolay deðil dedim... kendime
Yoruldum
Arkadaþlarým beni bende vurdu...
Uzandý ellerim çocukluðumun koynuna
Aradým kendimi kiraz aðaçlarýnýn altýnda
Unutmak kolay deðil dedim... kendime
Aðladým
Avucumda otuzdört yaþým
Dudaðýmda þarkým
Oturup söyledim sabaha kadar
Da da da da da da da
Oturup aðladým sabaha kadar...
Parque das Lembranças
A terra me chama
O som da chuva é como um sussurro
Dizer que é fácil ir embora... pra mim mesmo
Eu pensei
As lembranças que eu tenho me afastaram...
Às vezes viver é complicado, você sabe
Ficar em silêncio é aceitar a partida
Dizer que é fácil ver... pra mim mesmo
Eu me calei
Meus erros me fizeram crescer...
As dores que deixei pra trás no parque
Se tornaram o palco das minhas solidões
Dizer que é fácil dançar... pra mim mesmo
Eu cansei
Meus amigos me atingiram de volta...
Minhas mãos se estenderam ao abraço da infância
Eu procurei por mim sob as cerejeiras
Dizer que é fácil esquecer... pra mim mesmo
Eu chorei
Na palma da minha mão, trinta e quatro anos
Na minha boca, uma canção
Sentei e cantei até o amanhecer
Da da da da da da da
Sentei e chorei até o amanhecer...