Hiç Bilmem
Günler düþlerden doðar
Geceler haykýrý bakar umutlara
Olduðum yer bu deðil
Beni kimler arar kimler sorar
Hiç bilemem anlayamam anlatamam
Ýçimde kanýmý emen kahýrlar var
Ne gizlenirim ne kabarýrým
Aþkýn ile yanar olurum
Tükenmek deðildir yoran beni
Aldanmaktýr belam hiç kolay deðil
Hiç bilemem anlayamam anlatamam
Dýþýmda canýmý alan tavýrlar var
Aranýrým kýrýk kalplerde
Bir ýþýk yanacak diye
Yürürüm ahþap mahallelerde
Bir yýldýz kayacak diye
Bütün yalnýzlýklar benim olmuþ
Nöbetlerim gelir aðlarým
Nöbetlerim gider kovalarým
Kuþlar uçar diyar diyar
El edemem beni almazlar diye
Gurbet çürür güneþin kapanýþýnda
Beklediklerim kalýr uçan uçurumlarda
Hiç bilemem anlayamam anlatamam
Düþümde uykumu çalan aþýklar var
Nunca Sei
Os dias nascem dos sonhos
As noites gritam olhando para as esperanças
O lugar onde estou não é esse
Quem me procura, quem se importa
Nunca sei, não consigo entender, não consigo explicar
Dentro de mim há mágoas que drenam meu sangue
Nem me escondo, nem me exibo
Queimando com a paixão, me torno
Não é o esgotamento que me cansa
É a ilusão, meu fardo, não é nada fácil
Nunca sei, não consigo entender, não consigo explicar
Fora de mim, há atitudes que tiram minha vida
Procuro em corações partidos
Uma luz que vai brilhar
Caminho por bairros de madeira
Esperando que uma estrela caia
Toda solidão se tornou minha
Minhas vigílias vêm e choram
Minhas vigílias vão e eu persigo
Os pássaros voam de lugar em lugar
Não posso alcançá-los, não me aceitam
A saudade apodrece ao pôr do sol
O que espero fica nas bordas do abismo
Nunca sei, não consigo entender, não consigo explicar
Nos meus sonhos, há amantes que roubam meu sono