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Contos da Prisão

Düþ Sokaðý Sakinleri

Zindan Masallarý

Bir mavi türkü kabarýrken göðsümde
Vurur dudaklarýma masallar
Tütsülenmiþtir artýk bölüþtüðümüz akþamlar
O mavi türkünün içinde bir kuyu
Dibinde bir adam gizlenir
O saklanýr ben gizleyemem
Sýzar dudaklarýmdan zindan masallarý
Bir gün olsun içimde kalsýn yüzün
O sonsuz kuyular rehberin olsun
Acýlardan ben çoktan vazgeçtim
Nasýl olsa hiç paylaþýlmýyor
Küçük bir sevince bile orta karar oldum
Bir yaðmurla yýkýlýyor duvarlarým
Sen yýkarsýn ben anlatýrým
Sýzar dudaklarýmdan zindan masallarý

Contos da Prisão

Quando uma canção azul se eleva em meu peito
Bate em meus lábios as histórias
As noites que dividimos já estão fumegando
Dentro daquela canção azul, há um poço
No fundo, um homem se esconde
Ele se esconde, eu não consigo
Escorrem de meus lábios contos da prisão
Que ao menos por um dia fique seu rosto em mim
Que esses poços sem fim sejam seu guia
Eu já desisti das dores
De qualquer forma, nunca se compartilha
Até mesmo uma pequena alegria eu me tornei mediano
Minhas paredes desmoronam com a chuva
Você derruba, eu conto
Escorrem de meus lábios contos da prisão

Composição: