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Correntes

Dub Incorporation

chaines

Refrain:
Et le sang coule, noir comme mon sang sur cette feuille blanche je trace, Toujours plus haut
Avec l'encre de ma peine, l'histoire de nos pères qui reste en nous si tenace
Avec mes mots yo yo héé
C'qui s'est passé s'passe, Reste bien plus grave que la basse
L'image de l'esclave tu voit jamais ne s'efface
Traiter comme du bétail et non ce n'fut pas un détail
Et nos souvenirs restent au large..

Tout ces pères que l'on a tués, toutes ces mères qui furent massacrés, tout ces enfants assassinés puis tout leurs corps qu'on a jetés A la mer
Cette souffrance je tiens a la rappeler carc'est clair
A l'école on nous a si peu parler
De tous nos ancêtres qui ont vendus ou l'on été
De tous ces bateaux qui partaient jamais n'revenaient
Des humiliations sévices et du bruit des fouets
L'homme est un loup pour l'homme
Tant de génocide, qui ont tant durés ce fut si rapide pourtant d'homme de l'ouclier
Nos larmes restent acides 400 ans ont tant bléssés
Mon âme que je vide pour pouvoir mieux l'expliquer

(( Refrain ))

Pas la peine, de se cacher derrière tes guerres
L'occident creait des monstres bien avant Bush ou Hitler
Il parlait de Paradis
Il ont emmenait l'enefer
Colons inquisiteurs comme tout leur missionnaires
Toutes ces familles, que l'on a déchirés, toutes ces ethnies que l'ont a déportée
Génération entière qu'ils ont voulu effacer
C'est le continent entier que l'ont a maltraités
Mais cette moitié de l'histoire qui n'est jamais compter
C'est c'qui nourrit mon art et j'y trouve mon identité
Constate le mépris pour l'homme noir toute ces inégalités
Redonner de l'espoir a ces âmes attristés

((Refrain))

Souviens toi de ces crimes, so african children

Mais si tu n'me crois pas, va voir de Gorée a Ouidah tout les comptoirs qu'il y a
Le peuple pardonnera mais n'oubliera pas
Et ils nous parlent encore du fric que l'Afrique leur doit
L'exploitation n'a jamais cesser
POur beaucoup de pays la liberté doit être cherement payer
En plus tant de mémoires qui restent brisées
On a tués tant d'anciens sans même vouloir s'escuser
C'est notre héritage, qu'on revient faire briller commme de l'or
Tout cet or qu'ils ont volés pour tourner la page
Je reviens rendre hommage a ces hommes
Qu'ils ne soient jamais oublier

Correntes

Refrão:
E o sangue corre, negro como meu sangue nessa folha branca eu traço, Sempre mais alto
Com a tinta da minha dor, a história dos nossos pais que fica em nós tão tenaz
Com minhas palavras yo yo héé
O que aconteceu se passa, É bem mais grave que o baixo
A imagem do escravo você nunca vê se apagar
Tratados como gado e não, não foi um detalhe
E nossas memórias ficam à deriva..

Todos esses pais que matamos, todas essas mães que foram massacradas, todas essas crianças assassinadas e todos os seus corpos que jogamos No mar
Essa dor eu quero lembrar porque é claro
Na escola nos falaram tão pouco
Sobre todos os nossos ancestrais que foram vendidos ou o foram
Sobre todos esses barcos que partiam e nunca voltavam
As humilhações, os abusos e o barulho das chibatadas
O homem é um lobo para o homem
Tanto genocídio, que durou tanto, foi tão rápido, porém, homem do escudo
Nossas lágrimas permanecem ácidas, 400 anos nos feriram tanto
Minha alma que eu esvazio para poder explicar melhor

(( Refrão ))

Não adianta, se esconder atrás das suas guerras
O ocidente criou monstros muito antes de Bush ou Hitler
Falavam de Paraíso
Eles trouxeram o inferno
Colonizadores inquisidores como todos os seus missionários
Todas essas famílias que rasgamos, todas essas etnias que deportamos
Uma geração inteira que eles quiseram apagar
É o continente inteiro que maltratamos
Mas essa metade da história que nunca é contada
É o que alimenta minha arte e eu encontro minha identidade
Observe o desprezo pelo homem negro, todas essas desigualdades
Devolver esperança a essas almas entristecidas

((Refrão))

Lembre-se desses crimes, oh crianças africanas

Mas se você não me acredita, vá ver de Gorée a Ouidah todos os entrepostos que existem
O povo perdoará, mas não esquecerá
E ainda falam do dinheiro que a África lhes deve
A exploração nunca cessou
Para muitos países, a liberdade deve ser paga caro
Além disso, tantas memórias que permanecem quebradas
Matamos tantos antigos sem nem querer pedir desculpas
É nosso legado, que voltamos a fazer brilhar como ouro
Todo esse ouro que eles roubaram para virar a página
Eu volto para homenagear esses homens
Que nunca sejam esquecidos