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Volver
Dulce Pontes
retorno
Volver
Eu vejo a cintilaçãoYo adivino el parpadeo
As luzes ao longeDe las luces que a lo lejos
Eles estão marcando meu retornoVan marcando mi retorno
Eles são o mesmo que deu à luzSon las mismas que alumbraron
Com as suas reflexões pálidosCon sus pálidos reflejos
horas Hondas de dorHondas horas de dolor
E embora eu não queria voltarY aunque no quise el regreso
Ele sempre volta ao primeiro amorSiempre se vuelve al primer amor
Rua velha, onde o eco disseLa vieja calle donde el eco dijo
Tuya é a sua vida, a sua é a sua vontadeTuya es su vida, tuyo es su querer
Sob o olhar zombando das estrelasBajo el burlón mirar de las estrellas
Indiferentemente que eu voltarQue con indiferencia me ven volver
Voltar com o rosto murchoVolver con la frente marchita
As neves do tempo ter embranquecido minhas têmporasLas nieves del tiempo platearon mi sien
Sentir que a vida é um soproSentir que es un soplo la vida
Vinte anos não é nadaQue veinte años no es nada
Aquele olhar febril, vagando nas sombrasQue febril la mirada, errante en las sombras
Olha para você e nomesTe busca y te nombra
Viver com agarrar almaVivir con el alma aferrada
Uma doce memóriaA un dulce recuerdo
Eu choro novamenteQue lloro otra vez
Tenho medo de reuniãoTengo miedo del encuentro
Voltando ao passadoCon el pasado que vuelve
Para enfrentar a minha vidaA enfrentarse con mi vida
Estou noites com medoTengo miedo de las noches
Você cheia de memóriasQue pobladas de recuerdos
Amarrado meu sofrimentoEncadenan mi sufrir
Mas o viajante que fogePero el viajero que huye
Mais cedo ou mais tarde, pára sua caminhadaTarde o temprano detiene su andar
E embora o esquecimento, que destrói tudoY aunque el olvido, que todo destruye
Ele matou o meu velho ilusãoHaya matado mi vieja ilusión
Eu continuo escondida uma esperança humildeGuardo escondida una esperanza humilde
Essa é toda a fortuna do meu coraçãoQue es toda la fortuna de mi corazón
Voltar com o rosto murchoVolver con la frente marchita
As neves do tempo ter embranquecido minhas têmporasLas nieves del tiempo platearon mi sien
Sentir que a vida é um soproSentir que es un soplo la vida
Vinte anos não é nadaQue veinte años no es nada
Aquele olhar febril, vagando nas sombrasQue febril la mirada, errante en las sombras
Olha para você e nomesTe busca y te nombra
Viver com agarrar almaVivir con el alma aferrada
Uma doce memóriaA un dulce recuerdo
Eu choro novamenteQue lloro otra vez



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