Fortress Of Solitude
Alone again.
Again I am desolate. Again I am left forever.
Again I weep in pain.
O it's my sigh.
It is the sigh I take again.
Will this survive? Survive to see the daylight.
Never shall I.
Never shall I again, see the sight of the ones,
The ones who once left me behind.
Fortress. Of solitude.
Let us merge together.
In Solitude. For solitude, in solitude.
My character is now a tragedy.
A tragedy forever to be.
My existence is now a strain.
Slowly it arises, the urge.
An urge to fly away, into the skies of silence.
Amber roads, going places, emptiness is just a dream.
Echoes saying everything fill within.
As cold winds rape a lonely tree.
And here I sit in somberness.
Draped in a thick mist called thought.
And grasping me, and my imagination,
Are these everlasting chains of despair?
And black clouds of sadness, hang over the fortress.
Waiting for me to again be free.
So that they can rain their tragedy, all over the years.
And O how I wish, that I could, I will,
Embrace these skies if time wishes me to.
Never again.
And the pain persists me.
Shall I pay for all I have?
Pay for what all was not mine.
Indebt me in sorrow.
Solitude stays, for it is a temple, a temple forever.
Never shall we be loved.
And amongst the many thoughts, the thoughts that became
pregnant.
A question will always arise.
Fortress. Of solitude.
Let us merge together.
In Solitude. For solitude, in solitude
I can feel my self to be descanting,
Descanting my soul to rise.
To be seen inside of me, is merely a thought of thee.
A vivid expression is seen,
And the broken promise shall be.
Amber roads, going places, emptiness is just a dream.
Echoes saying everything fill within.
As cold winds rape a lonely tree.
Fortaleza da Solidão
Sozinho de novo.
De novo estou desolado. De novo estou deixado para sempre.
De novo eu choro de dor.
Oh, é meu suspiro.
É o suspiro que eu solto de novo.
Isso vai sobreviver? Sobreviver para ver a luz do dia.
Nunca mais eu.
Nunca mais eu verei a visão daqueles,
Aqueles que um dia me deixaram para trás.
Fortaleza. Da solidão.
Vamos nos unir.
Na solidão. Por solidão, na solidão.
Meu caráter agora é uma tragédia.
Uma tragédia para sempre.
Minha existência agora é um fardo.
Lentamente surge, o desejo.
Um desejo de voar, para os céus do silêncio.
Caminhos âmbar, indo a lugares, o vazio é apenas um sonho.
Ecos dizendo tudo preenchem por dentro.
Enquanto ventos frios estupram uma árvore solitária.
E aqui estou eu, em sombriedade.
Envolto em uma densa névoa chamada pensamento.
E me agarrando, e minha imaginação,
Estão essas correntes eternas de desespero?
E nuvens negras de tristeza pairam sobre a fortaleza.
Esperando que eu possa novamente ser livre.
Para que possam derramar sua tragédia, ao longo dos anos.
E oh, como eu gostaria, que eu pudesse, eu vou,
Abraçar esses céus se o tempo me permitir.
Nunca mais.
E a dor persiste em mim.
Devo pagar por tudo que tenho?
Pagar pelo que nunca foi meu.
Endividar-me em tristeza.
A solidão permanece, pois é um templo, um templo para sempre.
Nunca seremos amados.
E entre os muitos pensamentos, os pensamentos que se tornaram
grávidos.
Uma pergunta sempre surgirá.
Fortaleza. Da solidão.
Vamos nos unir.
Na solidão. Por solidão, na solidão.
Posso sentir que estou cantando,
Cantando minha alma para subir.
Ser visto dentro de mim, é meramente um pensamento de ti.
Uma expressão vívida é vista,
E a promessa quebrada será.
Caminhos âmbar, indo a lugares, o vazio é apenas um sonho.
Ecos dizendo tudo preenchem por dentro.
Enquanto ventos frios estupram uma árvore solitária.