Disgrace With Fortune
When in disgrace with fortune and men's eyes,
when to the sessions of sweet silent thought
I summon up remembrance of things past
and look upon myself and curse my fate.
For that same groan doth put this in my mind
My grief lies onward and my joy be behind.
When I have seen such interchange of state,
my state itself confounded to decay.
Ruin hath taught me thus to ruminate.
Past cure I am now reason is past care
frantic mad with evermore unrest,
tired with all these, for restful death I cry.
No longer mourn for me when I'm dead
that I in your sweet thoughts want to be forget.
Desgraça com a Fortuna
Quando em desgraça com a fortuna e os olhos dos homens,
quando nas sessões do doce e silencioso pensamento
convoco lembranças de coisas passadas
e olho para mim mesmo e amaldiçoo meu destino.
Pois esse mesmo gemido traz isso à minha mente
minha dor avança e minha alegria fica para trás.
Quando vi tal troca de estados,
meu estado em si mesmo confunde-se em decadência.
A ruína me ensinou assim a refletir.
Sem cura estou agora, a razão já não se importa
franticamente louco com a inquietude eterna,
cansado de tudo isso, por um descanso eterno eu clamo.
Não lamente mais por mim quando eu estiver morto
pois em seus doces pensamentos quero ser esquecido.