Within Deepest Red (The Opening Of...)
Quietly as it began, spilling then forming.
This rain is so strange... emerald I think.
The owl by my window brings tales of another...
apparently melting our opal.
We centre around this crying ghost;
feed it wine and show it the moon,
in its green fixation.
I am the essence of an evening storm, the fiery obsession inside me
within deepest red.
Forever eyes, so tiny,
disappear into the undergrowth.
Ghostly lights, jade and crimson,
the head of a swan adrift on high seas.
I am the essence of an evening storm, the fiery obsession inside me
within deepest red.
The horses await us, several of them, elegantly white.
Lovelorn eyes that search the darkness,
eyes of the fox I intrigue you.
Misty moors beneath face of night,
hide yourself before I waste you.
I smell Brasnov yet I do sleep, I dance with her body in the Arges deep.
The owl by my window brings tales of another... apparently melting our oceans.
Some see me in the dark, carving shapes into the sand.
Unexplainable sound phantom gathering ground.
I feed your womb, as we wait for the rain and peace favours us at last and talking is strain and as I await, the moon turns liquid in the sea.
Blood and snow serenade, immense anger of the clouds.
Unknown paths of the mind, macabre gut-churning sounds.
Dentro do Vermelho Profundo (A Abertura de...)
Silenciosamente como começou, derramando e então se formando.
Essa chuva é tão estranha... esmeralda, eu acho.
A coruja na minha janela traz histórias de outro...
aparentemente derretendo nosso opala.
Nós giramos em torno desse fantasma chorão;
alimentamos com vinho e mostramos a lua,
enquanto ele se fixa em verde.
Eu sou a essência de uma tempestade noturna, a obsessão ardente dentro de mim
dentro do vermelho profundo.
Olhos eternos, tão pequenos,
disaparecem na vegetação.
Luzes fantasmagóricas, jade e carmesim,
a cabeça de um cisne à deriva em mares agitados.
Eu sou a essência de uma tempestade noturna, a obsessão ardente dentro de mim
dentro do vermelho profundo.
Os cavalos nos aguardam, vários deles, elegantemente brancos.
Olhos apaixonados que buscam na escuridão,
olhos da raposa que te intriga.
Charnecas nebulosas sob o rosto da noite,
se esconda antes que eu te desperdice.
Eu sinto Brasnov, mas ainda durmo, danço com seu corpo nas profundezas do Arges.
A coruja na minha janela traz histórias de outro... aparentemente derretendo nossos oceanos.
Alguns me veem no escuro, esculpindo formas na areia.
Som inexplicável, fantasma reunindo terreno.
Eu alimento seu ventre, enquanto esperamos pela chuva e a paz nos favorece finalmente e conversar é um esforço e enquanto espero, a lua se torna líquida no mar.
Sangue e neve serenata, imensa raiva das nuvens.
Caminhos desconhecidos da mente, sons macabros que fazem o estômago revirar.