Beauty
[-VERSE 1-]
Well it's the rap beautician
The facts you listen
I blast through rhythms like hash through your system
True in love and wisdom
Well off and witty
Using God's sleeve to wipe the hell off the city
See my elegance, dining on the periodic tablecloth of elements
The universe designs my intelligence
Drop science down a bottomless pit
Run swift do a handstand on pyramid tips
The sun splits the waterfront causing prismatic effects
Butterflies come alive to have sex
Birds fly out of a top hat slow
To join the brilliance of wilderness and soar through the Congo
Speed the convo through colors and shapes
My word choice is turquoise I love to create
My art hurdles over the clouds of dark purple
Red mixes yellow and blue in sharp circles
Paint splashes over your conscious like canvas
Colors jump out of the body to form branches
Psychedelic images flash like avalanches
Illustrate skill with the quill to build stanzas
I use pens like hallucinogens
So who can pretend, my music ain't a beautiful thing
A suit of a king
Deserving of the jewels and the rings
That only flatters my appearance like the tulips in spring
I'm cool with the gods, I could never use the facade
Of a musician to celebrate hate and abuse women
The beautician is back, Humble Magnificent wizard of rap
Throwing tuxedos on the wax
[-VERSE 2-]
The numbers they fall off the clock midnight
At the museum an apple is stolen out of a still life
You see 'em, stand by the mirror with no reflection
A point five appears on your shirt for half stepping
Scientists explain that they no longer know things
A dog takes a shit on the floor and grows wings
Planets of the solar system now trade places
Statues of national fame become faceless
Great lakes evaporate and leave no traces
The man with the moustache reveals the three aces
Briefcases open to expose sheet music
The thief hears the piece performed and weeps to it
Master violinist plays the solo one-handed
The notes on the page become ants that run frantic
Slowly the symphony dissolves into noise
The baron with the glass eye sweats and loses poise
A scene is made, the cheese brigade is summoned
The man in the mask walks fast and starts running
An officer fires a pistol in black apparel
But instead a lead red rose grows from out the barrel
The criminal escapes through a disappearing door marked "Beauty"
Exiting the world forevermore...
Beleza
[-VERSO 1-]
Bem, sou o rap-belezeiro
Os fatos que você escuta
Eu explodo ritmos como maconha no seu sistema
Verdadeiro em amor e sabedoria
Bem-sucedido e espirituoso
Usando a manga de Deus pra limpar o inferno da cidade
Veja minha elegância, jantando na toalha de elementos da tabela periódica
O universo desenha minha inteligência
Solto ciência em um poço sem fundo
Corro rápido, faço uma parada de mão nas pontas das pirâmides
O sol divide a orla, causando efeitos prismáticos
Borboletas ganham vida pra transar
Pássaros saem de um chapéu de mágico devagar
Pra se juntar ao brilho da selva e voar pelo Congo
Acelero a conversa através de cores e formas
Minha escolha de palavras é turquesa, adoro criar
Minha arte salta sobre as nuvens de roxo escuro
Vermelho mistura amarelo e azul em círculos afiados
Tinta espirra sobre sua consciência como uma tela
Cores pulam do corpo pra formar ramos
Imagens psicodélicas piscam como avalanches
Ilustro habilidade com a pena pra construir estrofes
Uso canetas como alucinógenos
Então quem pode fingir que minha música não é uma coisa linda
Um traje de rei
Digno das joias e dos anéis
Que só embelezam minha aparência como as tulipas na primavera
Tô de boa com os deuses, nunca usaria a fachada
De um músico pra celebrar ódio e abusar de mulheres
O belezista está de volta, o Mágico Humilde do rap
Jogando smokings na cera
[-VERSO 2-]
Os números caem do relógio à meia-noite
No museu, uma maçã é roubada de uma natureza morta
Você os vê, parados na frente do espelho sem reflexo
Um ponto cinco aparece na sua camisa por meio passo
Cientistas explicam que não sabem mais das coisas
Um cachorro caga no chão e ganha asas
Planetas do sistema solar agora trocam de lugar
Estátuas de fama nacional se tornam sem rosto
Grandes lagos evaporam e não deixam vestígios
O homem com o bigode revela os três ases
Malas se abrem pra expor partituras
O ladrão ouve a peça sendo tocada e chora por ela
O mestre violinista toca o solo com uma mão só
As notas na página se tornam formigas que correm frenéticas
Devagar, a sinfonia se dissolve em barulho
O barão com o olho de vidro sua e perde a compostura
Uma cena é feita, a brigada do queijo é convocada
O homem de máscara anda rápido e começa a correr
Um oficial dispara uma pistola em vestes negras
Mas em vez disso, uma rosa vermelha de chumbo brota do cano
O criminoso escapa por uma porta que desaparece marcada "Beleza"
Saindo do mundo pra sempre...