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Idioma de Cordeona

Edilberto Bérgamo

Letra

    Sou fronteiriço, chamamecero
    E meu destino é um peão que vai
    Semeando coplas, colhendo a vida
    Sou como o vento, canto ao passar

    Trago sonidos de pedra e selva
    Pela cordeona que és mi tapê!
    E todo o ar que respiro dela
    Eu lhe devolvo num chamamé

    Minh’alma aflora pela cordeona
    Silvando um canto avanheê
    Por onde brota o antigo idioma
    Da raça cruda de Imaguaré

    Para a tristeza, um chamamé
    Melhor remédio aqui no hay!
    Nas alegrias, mais chamamé
    E de pronto hermano um sapucay!

    Meus ancestrais cantam comigo
    Trazendo coplas de mas alla
    Elas habitam o canto índio
    Que nem o tempo pode apagar

    E quando agarro minha cordeona
    Ela me agarra num só abraço
    Eu sou seu dono, ela minha dona
    Tocando a vida ao mesmo compasso

    Composição: Diego Muller e Martin César / Edilberto Bergamo. Essa informação está errada? Nos avise.

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