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Boate Azul / Estrada da Vida / A Loira do Carro Branco (part. Daniel)

Eduardo Costa

Letra

    Doente de amor
    Procurei remédio na vida noturna
    Com a flor-da-noite
    Em uma boate aqui na Zona Sul
    A dor do amor
    É com outro amor que a gente cura
    Vim curar a dor
    Deste mal de amor na Boate Azul
    E quando a noite
    Vai se agonizando no clarão da aurora
    Os integrantes da vida noturna se foram dormir
    E a dama da noite
    Estava comigo também foi embora

    Fecharam-se as portas
    Sozinho de novo tive que sair
    Sair de que jeito
    Se nem sei o rumo para onde vou
    Muito vagamente me lembro que estou
    Em uma boate aqui na Zona Sul
    Eu bebi demais
    E não consigo me lembrar sequer
    Qual era o nome daquela mulher
    A flor-da-noite da Boate Azul

    Nesta longa estrada da vida
    Vou correndo e não posso parar
    Na esperança de ser campeão
    Alcançando o primeiro lugar
    Na esperança de ser campeão
    Alcançando o primeiro lugar
    Mas o tempo cercou minha estrada
    E o cansaço me dominou
    Minhas vistas se escureceram
    E o final da corrida chegou

    Este é o exemplo da vida
    Para quem não quer compreender
    Nós devemos ser o que somos
    Ter aquilo que bem-merecer
    Nós devemos ser o que somos
    Ter aquilo que bem-merecer
    Mas o tempo cercou minha estrada
    E o cansaço me dominou
    Minhas vistas se escureceram
    E o final desta vida chegou

    Viajando solitário
    Mergulhado na tristeza
    Numa curva da estrada
    Eu tive uma surpresa
    Uma loira encantadora
    Bonita por natureza
    Me pediu uma carona
    Eu atendi com destreza
    Sentou bem pertinho de mim
    Com muita delicadeza
    O meu carro foi o trono
    Eu passei a ser o dono
    Da rainha da beleza

    Foi o dia mais feliz
    Que o meu coração sentiu
    Mas meu mundo encantado
    De repente destruiu
    Ao ver a loira tremendo
    Gemendo e suando frio
    Parei o carro depressa
    Na travessia de um rio
    Enquanto eu fui buscar a água
    Que tão triste ela pediu
    Ouvi cantar os pneus
    E me dizendo adeus
    Com meu carro ela sumiu

    Somente um bilhetinho
    Na estrada eu encontrei
    Quando acabei de ler
    Emocionado eu fiquei
    No bilhete ela dizia

    Por você me apaixonei
    Só peço que me perdoe
    O golpe que eu lhe dei
    Para alimentar a esperança
    O seu carro eu levarei
    Me procure por favor
    Quando me der seu amor
    O carro lhe entregarei

    Quem estiver me ouvindo
    Preste muita atenção
    O meu carro não tem placas
    Mas vou dar a descrição
    É branco e tem uma loira
    Charmosa na direção
    Dou o carro de presente
    A quem fizer a prisão
    Por ela ter roubado o carro

    Já dei a absolvição
    Mas vou lhe dar um castigo
    Vai ter que viver comigo
    Por roubar meu coração

    Composição: Tomaz / Benedito Seviero / José Rico / Paraíso / Jose Fortuna. Essa informação está errada? Nos avise.

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