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Viver Na Tomenta

Eduardo

Letra

    Caminhando na chuva, eu sinto a dor
    Meus pensamentos sombrios são meu único amor
    Um coração partido, pulsando de raiva
    No jogo da vida, a cidade é uma jaula
    Entre sombras e luz, eu busco a verdade
    Mas a pressão me afoga, sem piedade
    Vocês não sabem o que eu passei
    Cada cicatriz no corpo é um grito que eu sei

    Sigo em frente, mas a mente não para
    Sonhos despedaçados, a alma dispara
    Então eu rimo, essa música é minha arma
    Contra a hipocrisia que sempre me desarma

    Eu sou a voz da rua, o eco da dor
    Se os anjos caíram, eu sou o mesmo horror
    Levante-se comigo, vamos juntos nessa batalha
    Sinto uma tempestade, mas nunca vou à falha

    A vida é um filme, eu sou o protagonista
    Mas cê sabe, o roteiro é uma lista de conquista
    Quero brilhar, mas a escuridão é forte
    Amigos se foram, e o futuro é um corte
    Olho pra cima, vejo nuvens tão pesadas
    Entre flores e espinhos, as memórias são sagradas
    Todo mundo quer paz, mas vive na guerra
    Apenas mais um perdido, buscando sua terra

    Os olhos marejados, mas sigo firme
    A cada rima, um respiro, eu vou além do limite
    O passado me chama, tentando me prender
    Mas eu sou mais que isso, eu vou renascer

    Eu sou a voz da rua, o eco da dor
    Se os anjos caíram, eu sou o mesmo horror
    Levante-se comigo, vamos juntos nessa batalha
    Sinto uma tempestade, mas nunca vou à falha

    Entre os gritos da cidade, eu ouço a canção
    Vozes de quem sofreu, clamando por redenção
    Dançando na chuva, libertando a mente
    No ritmo do trap, eu sigo confiante
    O amor e a dor, dos dois eu sou filho
    Na batida da vida, eu faço meu brilho

    São tantas promessas quebradas no chão
    A esperança é um brilho, mas precisa de ação
    Não fujo da luta, enfrento o que vem
    Com o peso nas costas, mas a fé também
    Os olhos abertos, eu vejo além do jogo
    Nessa selva urbana, eu sou só mais um fogo
    Meus versos são chamas que queimam a escuridão
    Transformando a dor em pura vibração

    Sigo em frente, não posso recuperar
    Mesmo com uma tempestade, eu vou mecolar
    As vozes que ecoam, me guiam na jornada
    Essa vida é uma armadilha, mas sou eu na balada

    Eu sou a voz da rua, o eco da dor
    Se os anjos caíram, eu sou o mesmo horror
    Levante-se comigo, vamos juntos nessa batalha
    Sinto uma tempestade, mas nunca vou à falha

    E quando a noite chega, e as almas se vão
    Eu continuo vivo, pulsando com paixão
    Esses versos são meu grito, minha libertação
    Na batida do trap, eu encontro razão
    Viver na tormenta, é regra, não escolha
    Com cada passo dado, eu forjo minha folha
    A história não termina, ela apenas começa
    E eu sou a voz que nunca cessa


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