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Memórias do Sertão

Edvar Di Castro

Letra

    Nasci lá no meu sertão numa casa de sapê
    Por mais que eu tente, invente, não dá pra esquecer
    Me lembro quando chegava lá do roçado, suado, cansado,
    Ás vezes arranhado, mas êta vidinha boa de viver.

    Assistia ao espetáculo do sol, amanhecendo o dia
    E a noite, era o show da lua,eu também assistia
    O cheiro da terra molhada quando chovia, que voltasse
    Esse tempo como eu queria, eu era feliz e já sabia.
    "Refrão"
    Ah, que boa vida, oh vida, que vida.
    Ah, que boa vida, oh vida, que vida.

    Sem ter muita diversão, sempre dormia cedo
    De portas escancaradas e não tinha medo
    Rezava minha prece na sombra do juazeiro
    Ouvia a cantiga do violeiro, o galo cantando, lá no poleiro

    Depois do futebol, banho de açude ou de rio
    Gostava daquela rotina, de cada desafio
    Eu via presença de Deus, a margem do caminho, no fogão
    De lenha, na flor sem espinho, no ninho a mãe alimentando o filhinho.
    "Refrão"


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