Quietive of all Covet
Nieustaly uplyw czasu
Wspomnien których centrum
Juz tak rozmazane, jest moimi
Westchnieniami bez nut zburzonymi
Przez lagodne odplywy - obskure amabilis
It's all an endless silence
In the autumn wet by the
Trails of tears engraved
O'er my cheeks and it's
Vain trying to wipe them away...
Ahh! the calm landscapes within
Thyself's eyes, dwells longing at
Heart, dwells pain inside the
Extensive abyss within my
Soul that gets pale for thee...
Placz deszczu tchnie
Reminiscencje srodka
Mego istnienia, piesci mnie spiewajac
Opowiesci o moscie który rozlaczyl
Dwoje kochanków - sylwetki w placzu
Listen... hear the quietude
Of these whipers, enter desertic
Shores inside me, feel the
Unconcerning it is the quietive
Of all covet that shuts up
In the compass of sadden minuends
Harmonized within my sleep
Eternal, yet i'm dead without
Her embrace, already felt thine
Glints turn into sparks of hope
And the rain erase them...
"Gene curam mei finis
Dona eis requiem sempiternam"
Silêncio de Todos os Desejos
O tempo que não para
Memórias cujo centro
Já tão borradas, são meus
Suspiros sem notas, arruinados
Pelos suaves desvios - obscura amabilidade
É tudo um silêncio sem fim
No outono molhado pelos
Caminhos de lágrimas gravadas
Sobre minhas bochechas e é
Vã a tentativa de limpá-las...
Ahh! as paisagens calmas dentro
Dos olhos de ti, habitam anseios no
Coração, habitam dor dentro do
Extenso abismo dentro da minha
Alma que fica pálida por ti...
O choro da chuva exala
Lembranças do meio
Da minha existência, me aperta cantando
Histórias sobre a ponte que separou
Dois amantes - silhuetas em pranto
Escute... ouça a quietude
Desses sussurros, entre nas
Praias desérticas dentro de mim, sinta o
Indiferente que é o silêncio
De todos os desejos que se cala
No compasso de tristes minutos
Harmonizados dentro do meu sono
Eterno, ainda estou morto sem
Seu abraço, já senti teus
Brilhos se transformarem em faíscas de esperança
E a chuva as apaga...
"Gene curam mei finis
Dona eis requiem sempiternam"