Minikui Kotoba de Destination Unknown
Anata ni subete no kotoba todoke tai
Anata ni subete wo kowasare tai kara
Kon mayoi ga negai ni kawaru
Anata ni subete no ibuki sasageru
Sono hitomi ga sabaku mono ha nani?
Sono kokoro ga azamuku mono wa?
Shigemi ni hisomu moumoku no tabibito tachi
Kaze sae mo miushinai tadayotteru
Fushigi da ne
Toki sae tome rarezu tada uzukumatteru
Sono me wo tojite boku dake mitsukete okure
Sono me wo tojite boku dake mitsumete
Aoku nobita kage ga yami ni tokete kiba wo muki hajimeru
(moumoku no tabibito tachi)
Kotoba wo sotto kamikoroshi
Obie nagara motome au
Koboreta toiki ga yubisaki wo nurasu
Kyozetsu ga karada ni ame wo
Kyodatsu ga kokoro ni niji wo
Sajou no honoo kogete iru no wa
Ieru koto no nai futatsu no kodoku
Yurusa reru no nara atokata mo naku
Yurusa reru no nara kieru koto naku
Kon hitomi ga toraeta kuchibiru
[sayounara]
Kono namida ga kawaite yuku noni
Kono mune wa shimetsuke rareru
Shigemi ni hisomu moumoku no tabibito tachi
Kaze sae mo miushinai tadayotteru
Okashii ne
Namida tome rarezu tada kizutsuke atte
Sono me wo tojite boku dake mitsumete okure
Sono me wo tojite boku dake mitsumete
Sono me wo tojite boku dake mitsumete okure
Sono me wo tojite boku dake mitsumete
Aoku nobita kage wa netsu wo ubawa re kirisakarete iku
(moumoku no tabibito tachi )
Kioku ni shibarareta michi wo
Furue nagara aruki dasu
Mahi shita itami ga hakujitsu yume ni wameki kuruu
Oroka ni tachisukumu boku
Madoromi kara boku wo dashite
Yurusa reru nara
Kieru koto nai
Anata no minikui kotoba de
Destino Desconhecido com Palavras Feias
Quero que todas as palavras cheguem até você
Porque tudo que é seu eu quero despedaçar
Essa confusão se transforma em desejo
Eu ofereço a você toda a minha respiração
O que há por trás desses olhos que são desérticos?
O que esconde esse coração enganador?
Os viajantes cegos que se escondem na sombra
Perdem até o vento, vagando sem rumo
É estranho, né?
O tempo não para, só fico me encolhendo
Feche os olhos e me encontre só a mim
Feche os olhos e me olhe só
A sombra azul que se estende se dissolve na escuridão e começa a mostrar os dentes
(viajantes cegos)
Palavras são cortadas com cuidado
Enquanto busco, com medo
O suspiro que escorre molha a ponta dos dedos
A negação traz chuva ao corpo
A pressão traz um arco-íris ao coração
As chamas da solidão queimam
São duas solidões que não podem ser ditas
Se eu puder ser perdoado, que não haja mais nada
Se eu puder ser perdoado, que não desapareça
Esses lábios que seus olhos capturaram
[diga adeus]
Essas lágrimas vão secar, mas
Esse coração vai ser apertado
Os viajantes cegos que se escondem na sombra
Perdem até o vento, vagando sem rumo
É engraçado, né?
As lágrimas não param, só me machuco
Feche os olhos e me olhe só
Feche os olhos e me olhe só
Feche os olhos e me olhe só
Feche os olhos e me olhe só
A sombra azul é arrancada e dilacerada pelo calor
(viajantes cegos)
Caminho tremendo por um caminho preso na memória
Começo a andar
A dor que se retorce grita em um sonho de dia claro
Eu, tolo, fico parado
Tirando-me do sono
Se eu puder ser perdoado
Que não desapareça
Com suas palavras feias.