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Sem cocaína, sem drogas

Ejectés

No coke no dope

De ma vie tous les jours,
Je veux rester le M.C.
Avec un total control
Je veux gérer mes envies.
Pas de tics pas de tocs,
Meme Si je quitte la piste.
Pour le statut de mes veines,
J'ai la tactique tankiste.

Pas de coton dans la cuillere,
Pas de poison dans mes arteres,
Pas de coton pour mon cerveau,
Pas de couteau dans les chepos,
Pas de flic dans les baskets,
Pas de fix dans les toilettes,
Pas de prison, pas de matons,
De télévision sous cachetons.

No coke no dope

Pas de compte â régler,
De dealers a éviter,
Pas de séjour en H. P.,
De garde a vue prolongée,
Pas de citron dans la cuillere,
Pas d'éther pour calmer les nerfs,
Pas de malaise, pas de poussiere,
Pas l'air de ne pas avoir l'air.

Pas de coco dans mes narines,
Amphétamines et cocaine sont les mamelles de la déprime.
No coke, no dope,
Pas de pedo dans mes pipe lines,
Amphétamines et cocaine sont les mamelles de la déprime.
L'asepsie cérébrale passe par la seringue,
Moins efficace qu'une balle, plus insidieux qu'un flingue.
Dis toi qu'au fond du trou, sourde sera la jungle.
Les revendications n'ont pas cours chez les dingues.

Pas de chemin tout tracé,
Pas de destin scellé,
Par l'aiguille plantée,
Entre les doigts de pieds.
Pas de coton dans la cuillere,
Pas de poison dans mes arteres,
Pas de coton pour mon cerveau,
Pas de couteau dans les chepos.

Sem cocaína, sem drogas

Da minha vida todos os dias,
Eu quero ser o M.C.
Com total controle
Quero gerenciar meus desejos.
Sem tics, sem tocs,
Mesmo se eu sair da pista.
Para o status das minhas veias,
Eu tenho a tática de um tanque.

Sem algodão na colher,
Sem veneno nas minhas artérias,
Sem algodão para o meu cérebro,
Sem faca nos chepos,
Sem polícia nos tênis,
Sem fixo no banheiro,
Sem prisão, sem carcereiros,
De televisão sob remédios.

Sem cocaína, sem drogas

Sem contas a acertar,
De dealers a evitar,
Sem estadia em H. P.,
Sem prisão prolongada,
Sem limão na colher,
Sem éter para acalmar os nervos,
Sem mal-estar, sem poeira,
Sem parecer que não parece.

Sem coco nas minhas narinas,
Anfetaminas e cocaína são as tetas da depressão.
Sem coca, sem drogas,
Sem pedófilo nas minhas linhas de tráfico,
Anfetaminas e cocaína são as tetas da depressão.
A assepsia cerebral passa pela seringa,
Menos eficaz que uma bala, mais insidiosa que uma arma.
Diga a si mesmo que no fundo do buraco, a selva será surda.
As reivindicações não têm valor entre os malucos.

Sem caminho já traçado,
Sem destino selado,
Pela agulha cravada,
Entre os dedos dos pés.
Sem algodão na colher,
Sem veneno nas minhas artérias,
Sem algodão para o meu cérebro,
Sem faca nos chepos.

Composição: