Hunahpu Eixbalanque
Engendrados por el fruto de la muerte
Su semen transformado en saliva
Fecundados en la mano inocente
Del deseo transformandose en vida
Antes de que nuestro padre el sol
Alumbrara con su fuego vivo esta galaxia
Antes de que nuestra madre luna
Nos bañara en su matiz de nostalgia
Magos de la ilusion, de lo incierto, de tus miedos
Amos del engaño, a tus ojos, a tu mente
Juego de pelota, muslos, caderas, antebrazo y venas
Sangre, herencia, linaje
Descendiendo rios de poder y sangre
Hacia donde se baila con demonios
Xibalba, tierra maldita
Atiborrada de fetidez inerte
Esencia oscura, viento afilado, aliento frio
Colmillos y garras, aroma de fuego, chillidos de sangre
¿de que raza son? ¿de donde han venido?
Desollemoslos
En el fuego negro, termine su sangre
Muerte a los insolentes, ¡muerte!
Casas arden, visceras y sangre
En un gran baile de magia y muerte
Ansiedad absurda
Incredulidad podrida y fetida
Y en sus ojos estupidos, maravillados
Se veran caer destrozados, cercenados
Hunahpu Eixbalanque
Gerados pelo fruto da morte
Seu sêmen transformado em saliva
Fecundados na mão inocente
Do desejo se transformando em vida
Antes de que nosso pai, o sol
Iluminasse com seu fogo vivo esta galáxia
Antes de que nossa mãe, a lua
Nos banhasse em sua tonalidade de nostalgia
Magos da ilusão, do incerto, dos seus medos
Senhores do engano, aos seus olhos, à sua mente
Jogo de bola, coxas, quadris, antebraço e veias
Sangue, herança, linhagem
Descendo rios de poder e sangue
Para onde se dança com demônios
Xibalba, terra amaldiçoada
Repleta de fetidez inerte
Essência escura, vento cortante, sopro frio
Presas e garras, aroma de fogo, gritos de sangue
De que raça são? De onde vieram?
Desolhemos-os
No fogo negro, termine seu sangue
Morte aos insolentes, morte!
Casas ardem, vísceras e sangue
Em uma grande dança de magia e morte
Ansiedade absurda
Incredulidade podre e fedida
E em seus olhos estúpidos, maravilhados
Verão cair destroçados, cortados.